<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360</id><updated>2011-11-01T09:45:33.640-07:00</updated><title type='text'>Teatro na Arena</title><subtitle type='html'>É o Teatro que está agora no centro da arena para ser discutido e pensado. Críticas teatrais  e textos sobre espetáculos em cartaz no Rio de Janeiro e agora também de outras partes do Brasil.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-8405987321140242508</id><published>2011-05-25T12:43:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T12:51:58.327-07:00</updated><title type='text'>Ninguém Falou que seria Fácil</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0iacztH6J0k/Td1dBuhmsVI/AAAAAAAAAOI/JOJM6LN1F3o/s1600/nfqsf_renato-mangolin.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610742995023737170" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-0iacztH6J0k/Td1dBuhmsVI/AAAAAAAAAOI/JOJM6LN1F3o/s320/nfqsf_renato-mangolin.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Assitido em 16 de maio de 2011.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Sigo sem saber ainda direito o que falar sobre o trabalho deste artista que veio de fato contribuir para a transição definitiva do teatro para a pós-dramaticidade. Em “Ninguém falou que seria fácil” Felipe Rocha se afirma como autor irreverente e criativo, depois de ter estreado como dramaturgo com o sucesso “Ele precisa começar”. Mas afinal, o que é dramaturgia hoje? Como fazer limonada com um cenário social tão confuso e fragmentado como o que presenciamos hoje, não somente nas ruas ou dentro de casa, mas também com a invasão tecnológica que devassou nossas vidas em curtos 30 ou 40 anos? É dentro deste desafio que o espetáculo se compreende como reelaboração dos discursos teatrais vigentes. Assinando a direção juntamente com Alex Cassal, Felipe Rocha ainda contracena com Renato Linhares e Stella Rabello. O espetáculo embora fale muito de afeto e se estabeleça em cima do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;nonsense&lt;/i&gt; firmado em uma sucessão de diversos e brilhantes jogos interpessoais (hora absurdos ou coreográficos, hora sorrateiramente roubados do cotidiano comum) não estabelece necessariamente uma trama. “Onde é que está a Marina?”. Partindo de uma situação simples, onde um casal discute a responsabilidade sobre uma criança perdida, o texto ganha outras dimensões de tempo-espaço onde autor, ator e personagem dialogam simultaneamente criando novos códigos teatrais. Como agente-receptor da energia emanada pelo elenco, o entusiasmo da plateia se faz fundamental para que a peça consiga manter o ritmo empolgante que apresenta desde o início. À medida que o público vai “comprando” a ideia desta nova maneira de se ver teatro, as propostas colocadas em cena vão ganhando uma cor de novidade a ponto de tudo parecer um grande e genial improviso. Ninguém falou que seria fácil é um espetáculo que pede do espectador. Pede um pacto de confiança, onde se deve esquecer tudo que se entende até ali sobre teatro e generosamente embarcar na loucura de presenciar uma história que não tem necessariamente um fim e que vai ser sobreposta por uma “ideia melhor” um pouco mais pra frente – sem que se fique na carência de enxergar um fim para aquilo que acabou de ficar para trás. Embora possa em primeira instância parecer banal ou performático, o espetáculo está muito longe disso. Sua dramaturgia toca delicadamente em tópicos relacionais estabelecidos pelas convivências e sobre os quais nunca se pensa ou pouco se questiona a respeito. E claro que é impossível não se reconhecer e não se sentir tocado pelas relações de pai, mãe, filha, e de atores que como irmãos e bebês disputam lugar por um mesmo papel (na vida, na família ou numa brincadeira ingênua). O troca-troca de funções, papéis e situações acaba contribuindo para que os atores possam ser observados unicamente como jogadores (a despeito da existência de gêneros ou opções sexuais). Tudo que o espetáculo enuncia leva ao jogo, ao diálogo com o outro. Tudo aquilo de que se sente falta: de pensar o ontem, de falar da inconstância, de pensar a linearidade como absurda no presente, da volatilidade das relações, da necessidade de não ser apenas um, de viver dentro de um único papel.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Nem podia ser diferente. Quando falamos de afeto, falamos daquilo que nos é mais primário, rudimentar e inexplicável.&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Foto: Renato Mangolin.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Serviço:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;strong&gt;Ninguém falou que seria fácil&lt;/strong&gt;. De Felipe Rocha. Direção Alex Cassal. Com Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello. &lt;strong&gt;Sab e dom 20hs&lt;/strong&gt;. Espaço Cultural Sérgio Porto. &lt;strong&gt;R$ 20.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-8405987321140242508?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/8405987321140242508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=8405987321140242508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8405987321140242508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8405987321140242508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2011/05/ninguem-falou-que-seria-facil.html' title='Ninguém Falou que seria Fácil'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0iacztH6J0k/Td1dBuhmsVI/AAAAAAAAAOI/JOJM6LN1F3o/s72-c/nfqsf_renato-mangolin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-3814452221268869193</id><published>2010-11-27T05:44:00.000-08:00</published><updated>2010-11-27T06:05:55.163-08:00</updated><title type='text'>Mente Mentira</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TPEM9n9WqaI/AAAAAAAAANI/2LwTgxcCjes/s1600/CART%25C3%2583O%2BVISITAS%2Bfinal.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 134px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TPEM9n9WqaI/AAAAAAAAANI/2LwTgxcCjes/s200/CART%25C3%2583O%2BVISITAS%2Bfinal.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5544226869107665314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Assistido em 12 de novembro de 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Não deixa de ser louvável a atitude de atores que estão à frente de produções televisivas em produzir teatro. Não é fácil. Não é barato. Não é rápido. A razão, talvez, pela qual atores bem remunerados pelos meios de comunicação de massa tenham para tal feita seja de fato um real amor pela carpintaria teatral. Muitos deles são de fato oriundos do teatro e como é natural que se queira, buscam estabilidade na televisão. Há um problema, entretanto nesse processo que é o contato entremeios, que acaba influenciando o resultado final do trabalho teatral. Torna-se difícil para o ator deixar de lado um fazer nitidamente &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;fake&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;, quase &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;blasé&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; de se interpretar. O teatro por definição é “over”, é para muitos, é para se ver de longe, é grande. No teatro os artifícios do &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;close&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;, da edição, do contra plano desaparecem. O ator não pode editar, não pode falsear. Quem edita é o público, o espectador. Nessa premissa, Malvino Salvador e Fernanda Machado deixam a desejar em sua estréia de “Mente Mentira” de Sam Shepard produzido por Malvino com direção de Paulo de Moraes. O texto eminentemente realista trás num contexto absolutamente americano a história de um casal obsecadamente enamorado que é apartado depois de uma tentativa de assassinato da esposa por parte do marido por motivo de ciúmes. O autor busca expressar a manipulação da realidade de cada indivíduo a partir de um processo de auto-engano que a própria cabeça é capaz de produzir. A realidade possível. A realidade desejada. A dificuldade de estabelecer para si mesmo o que é real e lidar com isso. Embora a história-chave seja universalmente pertinente, o contexto em que ela se insere está muito distanciado da realidade brasileira. A tradução do texto não ganha embocadura coloquial e isto prejudica o trabalho como um todo. Há que se ressaltar inevitavelmente o trabalho requintado de Zécarlos Machado, Rosa Grobman e Augusto Zacchi. Compõe ainda o elenco Malu Valle, Keli Freitas, Marcos Martins que tem atuações limpas e pertinentes aos seus personagens. A direção de Paulo de Moraes compõe com a proposta realista do texto, sem lançar mão de opções ousadas. Ilustra uma bela cena onde aproveita a proposta cenográfica assinada por ele e Carla Berri e sobrepõe camadas de móveis e espaço-tempo um pouco mais versáteis que o realismo cru. Essa proposta trás um certo dinamismo à cena, embora não contribua de fato para que o espetáculo ganhe ritmo. Alguns diálogos tornam-se demasiadamente longos quando associados a falta de ação física proposta e talvez imposta pelo pequeno e limpo espaço delimitado para atuação. Ainda que seja preciso navegar e produzir, refletir ainda é mister. A mente prega peças em qualquer um.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Foto: Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Serviço: Mente Mentira, de Sam Shepard. Direção de Paulo de Moraes, com Malvino Salvador, Fernanda Machado, Zecarlos Machado, Malu Valle, Roza Grobman, Augusto Zacchi, Keli Freitas e Marcos Martins. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Casa de Cultura Laura Alvim, sex 21h30, sáb 21hs e dom 19hs. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;R$ 40.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; 14 anos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-3814452221268869193?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/3814452221268869193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=3814452221268869193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3814452221268869193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3814452221268869193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2010/11/mente-mentira-casa-de-cultura-laura.html' title='Mente Mentira'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TPEM9n9WqaI/AAAAAAAAANI/2LwTgxcCjes/s72-c/CART%25C3%2583O%2BVISITAS%2Bfinal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-5348329706331252402</id><published>2010-11-17T11:42:00.000-08:00</published><updated>2010-11-17T12:43:09.845-08:00</updated><title type='text'>Teatralidade do Humano II – o feminino</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQwZizx6JI/AAAAAAAAAM4/2II3zl3B61Q/s1600/images%2B%25281%2529.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 221px; height: 228px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQwZizx6JI/AAAAAAAAAM4/2II3zl3B61Q/s320/images%2B%25281%2529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540606656971401362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-theme-font:minor-latin"&gt;Ainda que com um bom &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;delay&lt;/i&gt;, não posso deixar de registrar aqui esta experiência maravilhosa que foi participar de uma noite de debates em específico. A Teatralidade do Humano - Subjetividades e Políticas da Cena e do Mundo é um projeto realizado pelo Oi Fut&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;uro com a curadoria de Ana Lúcia Pardo. São ciclos de debates, espetáculos, apresentações, performances e intervenções artísticas que colocam em pauta o que há de mais pertinente dentro do tema proposto no dia. Pois o dia foi 1º de setembro de 2010, no Oi Futuro Flamengo. &lt;b&gt;“MONTAGEM/desMONTAGEM DO FEMININO”.&lt;/b&gt; Como abertura, o espetáculo &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;i&gt;Car&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;i&gt;ne &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;de Micheline Torres e posteriormente uma “mesa redonda” com a Filósofa Márcia Tiburi, a Atriz/Diretora Marisa Naspolini e a Escritora Rosiska Darcy de Oliveira. Todas com letra maiúscula, doutoras com currículos repletos de grandiosas realizações. Há algum tempo que não via espaço para &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;falar do feminino na arte. Por algum motivo, virou cafona, démodé, falar da mulher. Talvez por existir ainda um certo ranço com relação ao movimento feminista. Acredito que todo movimento que se ligue à uma contra-proposta nunca é eficiente. Eficiente é somar, é por fim às contradições, é humanizar. Sou contra tudo que é contra. E qual não foi a minha alegria ao perceber que existiam ali naquele espaço tantas pessoas reunidas e interessadas em debater a política do feminino, das associações ao corpo da mulher e da sua trajetória desde o teatro grego. Não é dito, não é debatido, mas é nítido que ainda hoje a mulher ocupa poucos papéis como personagem principal de uma trama – e por vezes estes papéis são ainda interpretados por homens. A visão masculina sobre o feminino ainda prevalece e isso tem que ser posto em pauta. Não para destruir, mas para transformar, para agregar, para construir. É hora de por fim às instituições e pensar nas coisas que precisam ser resignificadas, que precisam ser CONSTITUÍDAS (elaboradas em conjunto, criadas por um coletivo). Como diria German Greer: “eu acho que as mulheres poderiam tornar a política irrelevante”. Ao invés de um matriarcado, a fraternidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQwkymUEmI/AAAAAAAAANA/b_52hE7b9E8/s200/Micheline%2BTorres%2B%2528carne%2529.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 134px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540606850188448354" /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-theme-font:minor-latin"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-color: windowtext; border-right-color: windowtext; border-bottom-color: windowtext; border-left-color: windowtext; border-top-width: 1pt; border-right-width: 1pt; border-bottom-width: 1pt; border-left-width: 1pt; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Micheline Torres&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-color: windowtext; border-right-color: windowtext; border-bottom-color: windowtext; border-left-color: windowtext; border-top-width: 1pt; border-right-width: 1pt; border-bottom-width: 1pt; border-left-width: 1pt; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; estudou Filosofia e Teatro na Universidade, mas se especializou em Ballet e Dança Contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; T&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;rabalha como bailarina contemporânea no Brasil e no exterior.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; F&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;oi para o Canadá, Suécia, Portugal, Inglaterra, Alemanha. Torres desenvolve pesquisas sobre performance de dança e artes plásticas.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Depois de 12 anos dançando na Lia Rodrigues Companhia de Dança, Micheline vai para o seu próprios vôos.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; C&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;omeçou em 2007 uma carreira solo como um artista independente.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Seu primeiro trabalho: o desempenho Carne (carne). Em 2008 foi para França como uma das oito artistas do mundo que foi selecionado pelo International Centre des Récollets scholarship. Atualmente está no projeto Eu prometo – isso é político. Micheline treinou com os mais importantes profissionais da dança da atualidade: Wuppertal, Pina Bausch, Juliana Carneiro da Cunha, Theatre du Soleil, Henriette Horn, Folkwang Hochschule Essen, Rui Horta, Wim Vandekeybus; Helena Katz, Sadpour Massoud, Workcenter de Grotowsky Jerry para citar alguns.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-5348329706331252402?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/5348329706331252402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=5348329706331252402' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/5348329706331252402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/5348329706331252402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2010/11/teatralidade-do-humano-ii-o-feminino.html' title='Teatralidade do Humano II – o feminino'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQwZizx6JI/AAAAAAAAAM4/2II3zl3B61Q/s72-c/images%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-6052757439870826421</id><published>2010-11-17T11:40:00.001-08:00</published><updated>2010-11-17T12:47:34.129-08:00</updated><title type='text'>CARNE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQwB-sg7vI/AAAAAAAAAMw/VjV7752WF4k/s1600/Micheline%2BTorres%2B%2528carne%2529%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQwB-sg7vI/AAAAAAAAAMw/VjV7752WF4k/s320/Micheline%2BTorres%2B%2528carne%2529%2B2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540606252140261106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:18.0pt"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-color: windowtext; border-right-color: windowtext; border-bottom-color: windowtext; border-left-color: windowtext; border-top-width: 1pt; border-right-width: 1pt; border-bottom-width: 1pt; border-left-width: 1pt; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Trechos da entrevista cedida para a Revista “Scene 4” onde a performer elabora sobre o projeto CARNE: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-color: windowtext; border-right-color: windowtext; border-bottom-color: windowtext; border-left-color: windowtext; border-top-width: 1pt; border-right-width: 1pt; border-bottom-width: 1pt; border-left-width: 1pt; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-color: windowtext; border-right-color: windowtext; border-bottom-color: windowtext; border-left-color: windowtext; border-top-width: 1pt; border-right-width: 1pt; border-bottom-width: 1pt; border-left-width: 1pt; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;“E o frango estava sobre a mesa, porque é necessário para nos alimentar de diversas maneiras.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Tenho minhas mãos no interior do que parece ser um frango inteiro.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; Eu atravessei o frango, a carne, e comecei a escorregar entre os nossos materialismos, a sexualidade, as trocas entre o que está dentro e o que está fora, as imagens que a carne provoca, meu corpo e outras manipulações, símbolos e rituais corporais.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Espetos, corte, carne apertada, baba, garrote de sangue, colar e escova de dente, cirurgia facial, falta de peito, fio dental e tudo mais que se queira ver lá.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Carne&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; nasceu como uma proposta de um curso que participei na Escola de Artes Visuais Parque Lage: corpo ausente / corpo presente.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Então, no princípio era o corpo. Comecei a partir da idéia de presença e ausência como vida e morte, e eu descobri o corpo vivo, porém desanimado e corpo morto, porém animado.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu fui de encontro ao frango.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Isso gerou uma pergunta, ao me colocar diante de um corpo: quem incentiva quem?&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Quem manipula quem?&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Quem entra dentro de quem?&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu sempre gostava de frango, desde que eu vi minha mãe limpando um na cozinha eu tive a noção real de como era antes de vir com esse cheiro maravilhoso para a nossa mesa de jantar ...&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Daquele dia em diante eu não como galinha ...&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu vi o bastante ...&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E foi o frango que tinha chegado a mim, enquanto eu estava andando no supermercado pensando sobre o corpo ausente e presente, morte e vida.&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu comprei o frango e lá estava eu de frente para ele, na minha mesa, cara a cara.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-color: windowtext; border-right-color: windowtext; border-bottom-color: windowtext; border-left-color: windowtext; border-top-width: 1pt; border-right-width: 1pt; border-bottom-width: 1pt; border-left-width: 1pt; padding-top: 0cm; padding-right: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Como entrar?”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font: minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin;mso-bidi-font-family:Arial; color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-6052757439870826421?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/6052757439870826421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=6052757439870826421' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/6052757439870826421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/6052757439870826421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2010/11/carne.html' title='CARNE'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQwB-sg7vI/AAAAAAAAAMw/VjV7752WF4k/s72-c/Micheline%2BTorres%2B%2528carne%2529%2B2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-1181747273509958569</id><published>2010-11-17T11:39:00.001-08:00</published><updated>2010-11-17T11:48:58.021-08:00</updated><title type='text'>Marisa Naspolini e o Projeto Vértice Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQvmrhc8LI/AAAAAAAAAMo/FCesTzF-WKo/s1600/index_logo.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 168px; height: 220px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQvmrhc8LI/AAAAAAAAAMo/FCesTzF-WKo/s320/index_logo.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540605783137120434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Projeto Vértice Brasil é uma iniciativa que visa ampliar e sedimentar uma versão brasileira para o Projeto Magdalena (The Magdalena Project) – uma rede internacional de mulheres de teatro contemporâneo, criada em 1986 pela atriz e diretora Jill Greenhalgh, no País de Gales. O Projeto Magdalena tem o compromisso de fomentar a consciência da contribuição da mulher ao teatro e apoiar a experimentação e a pesquisa, oferecendo oportunidades concretas para o maior número possível de mulheres. Ele conta com uma estrutura singular que lhe permite funcionar internacionalmente e de ser adotado e ampliado por mulheres em todo o planeta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Desde seu surgimento, centenas de mulheres praticantes de teatro em todas as partes do planeta têm se engajado em projetos que vêm criando oportunidades para colaboração artística e criação de correntes de apoio mútuo, tendo gerado grande número de encontros e festivais, alguns já sedimentados em países como Noruega, Nova Zelândia, Bélgica, Austrália, Colômbia, Espanha, Alemanha, Argentina, País de Gales e Dinamarca. Seus objetivos incluem a criação de condições para que as mulheres possam produzir trabalhos que aprofundem suas reflexões a respeito de suas próprias experiências e a criação de um fórum para gerar visibilidade à produção teatral feita por mulheres. Festivais, encontros, palestras, workshops, documentários, livros, filmes, publicações periódicas e um site (www.themagdalenaproject.com) são meios através dos quais essa conexão tem tomado forma. Hoje, o projeto dispõe também de uma revista especializada de alta qualidade editorial - Open Page -, publicada anualmente pela Editora do Odin Teatret. Em 2006, foi lançado o livro “The way of Magdalena”, que, somando-se ao já existente “Magdalena – International Women’s Experimental Theatre” (1989), relata o histórico e o desenvolvimento do projeto internacionalmente. A proposta de criar uma versão brasileira teve início em 2004, quando a coordenadora do evento Marisa Naspolini participou do encontro e festival Roots in Transit, realizado em Holstebro, na Dinamarca. Desde então, ela vem fomentando encontros de discussão e trocas com atrizes, pesquisadoras e diretoras de Florianópolis sobre as questões levantadas pelo Projeto Magdalena. A partir da realizaçao do evento Vertice Brasil 2008 esta rede se estabeleceu efetivamente no Brasil com a presença das fundadoras do The Magdalena Project Julia Varley e Jill Greenhalgh. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-1181747273509958569?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/1181747273509958569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=1181747273509958569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1181747273509958569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1181747273509958569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2010/11/marisa-naspolini-e-o-projeto-vertice.html' title='Marisa Naspolini e o Projeto Vértice Brasil'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/TOQvmrhc8LI/AAAAAAAAAMo/FCesTzF-WKo/s72-c/index_logo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-4410676004780879106</id><published>2010-11-17T11:38:00.000-08:00</published><updated>2010-11-17T12:52:09.348-08:00</updated><title type='text'>MESA REDONDA</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Calibri, sans-serif; line-height: 24px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A escritora Rosiska Darcy de Oliveira foi ao ciclo para falar da história do confronto do masculino e do feminino desde “Antígona”. Para ela, a lógica do feminino é algo obscuro para os homens e é preciso fazer valer o feminino na cena pública. Segundo Rosiska, somente no final do século XX é que as mulheres formularam que o mundo é composto de dois sexos – e isso foi revolucionário. “A mulher deu a luz a si mesma – e salienta – a liberdade não é uma escolha fácil, pois ela implica numa vida sem parâmetros”. Na mesa também surgiram citações oportunas como o nome da poeta carioca Ana Cristina César que diz “&lt;/span&gt;&lt;b&gt;MEU CORPO É TEXTO. MEU TEXTO É CORPO&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;”. A filósofa Márcia Tiburi diz que a mulher está cansada de ser homem e precisa colocar a vulnerabilidade como força, a intuição como valor. Ela salienta que a mulher só é mulher a medida em que se traveste de mulher e são hetero-determinadas por seu sexo. Ela coloca ainda a questão atual da brasilidade onde a bunda é transformada em face e relembra uma declaração de Rita Cadillac que disse: eu sou uma bunda que pensa. Tiburi colocou ainda o quão insuportável é para um poder patriarcal a idéia de que a mulher tenha o poder de fazer o aborto que quiser, na hora que quiser, pois isto - a despeito de qualquer opção religiosa - determina uma soberania da mulher sobre seu próprio corpo. “A única versão do mundo não é só aquela que nos será oferecida, porém também não é o contrário daquilo que está posto – e esta é a grande armadilha”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-4410676004780879106?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/4410676004780879106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=4410676004780879106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4410676004780879106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4410676004780879106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2010/11/mesa-redonda.html' title='MESA REDONDA'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-8949451282268462000</id><published>2010-03-08T12:31:00.001-08:00</published><updated>2010-03-08T12:37:36.051-08:00</updated><title type='text'>CADERNO TEATRAL</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olá! É com imenso prazer que venho comunicar à vocês, cariocas, que estão sempre de olho nas críticas deste site que agora estou escrevendo em parceria com Lucianno Maza no Caderno Teatral, que trás agora críticas dos dois maiores polos culturais do teatro brasileiro!  A partir de agora você pode acessar o &lt;a href="http://www.cadernoteatral.com.br/"&gt;www.cadernoteatral.com.br&lt;/a&gt; e ler críticas cariocas inéditas aqui no Arena. Espero você por lá.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/S5VfHEMOmqI/AAAAAAAAAMY/Pt2QIXn9t0w/s1600-h/News_CT_03.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 172px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/S5VfHEMOmqI/AAAAAAAAAMY/Pt2QIXn9t0w/s320/News_CT_03.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446363899363236514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-8949451282268462000?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/8949451282268462000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=8949451282268462000' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8949451282268462000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8949451282268462000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2010/03/caderno-teatral.html' title='CADERNO TEATRAL'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/S5VfHEMOmqI/AAAAAAAAAMY/Pt2QIXn9t0w/s72-c/News_CT_03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-5709679581395337045</id><published>2010-03-02T12:55:00.000-08:00</published><updated>2010-03-20T09:54:10.686-07:00</updated><title type='text'>Seis personagens à procura de um autor inglês</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/S4188nWNJGI/AAAAAAAAAMQ/DW-A7oWQV2Y/s1600-h/Seis+pers.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 308px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/S4188nWNJGI/AAAAAAAAAMQ/DW-A7oWQV2Y/s320/Seis+pers.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444144905356911714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Não é todo dia que se tem a oportunidade (pelo menos para mim) de ir para o outro lado do mundo e ir ao teatro. Porém semanas atrás passava pela cidade de Perth, na Austrália, onde um festival de artes das mais variadas movimentava a grande e ainda pacata cidade. Lá, tive a oportunidade de ver uma uma peça única, de raro bom gosto - no que diz respeito à alterar a obra original de um autor consagrado. E quando falo em alterar, refiro-me a mudar quase tudo MESMO. Quando li pela primeira vez o texto orginal de Luigi Pirandello (e achei-o sensacional) fiquei também me perguntando como faria para encená-lo, uma vez que a idéia parece um pouco confusa, beirando o absurdo e a genialidade. Então ao ver em cartaz “Six Characters in serch of an author” não tive dúvidas em agarrar com todas as forças o meu ingresso. A grande novidade da versão de Rupert Goold (que também assina a direção) e Ben Power é que, durante o processo de montagem, acharam que a idéia do texto se se encaixaria melhor no vídeo que no teatro. Como excelentes produtores teatrais que são os ingleses, em sua tradicional cultura na arte, não fizeram obviamente um filme, mas inseriram a história no contexto televisivo. As personagens, ao invés de adentrarem um teatro, invadem uma produtora de vídeo onde funcionários confusos e estagiários sem criatividade editam um audiovisual (muitíssimo bem humorado) sobre a doença crônica e inédita de um garoto e sua saga. O material (claro) é execrado pelo diretor da produtora (que faz as vezes de Pirandello da versão original) e que deixa seus funcionários na incumbência de reeditar todo material. Qual não é a surpresa da equipe quando adentram as personagens na produtora demandando da equipe que termine a história deles – assim como conta a trama original. Porém a esperta produtora responsável enxerga aí a possibilidade de fazer um documentário sobre a insanidade daquela família e tenta persuadílos a fazer uma reconstituição dos fatos – para que eles a filmem, obviamente. &lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Atuações brilhantes e precisas de Freya Parker, Robin Pearce Taylor Young, William Conti, Jake Harders, Jeremy Joyce e Martin Ledwith – onde inevitavelmente se descam as atuações de Sarah Belcher (empregada) Jamie Bower (Pirandello), Eleanor David (Mãe), Catherine Maccormack (produtora), Denise Gough (filha adotiva) e Ian Mcdiarmid (pai).&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A peça chega ao apice no final de reconstituição, onde o crescente desenrolar dos fatos e a brilhante trilha sonora deixaram-nos com um gostinho de quero mais. Uma pena a encenação (com tão cuidadoso cenário) ter sido representada num auditório. No começo, dá-se a sensação de ter entrado numa fria. Porém o talento e a habilidade de toda a equipe de produção fez merecer o valor do ingresso, onde os melhores assentos chegavam a R$ 600. Uma loucura, no melhor e delirante sentido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-5709679581395337045?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/5709679581395337045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=5709679581395337045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/5709679581395337045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/5709679581395337045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2010/03/seis-personagens-procura-de-um-autor.html' title='Seis personagens à procura de um autor inglês'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/S4188nWNJGI/AAAAAAAAAMQ/DW-A7oWQV2Y/s72-c/Seis+pers.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-5529094247234273729</id><published>2009-12-30T21:33:00.000-08:00</published><updated>2009-12-30T21:44:00.702-08:00</updated><title type='text'>Férias, longas férias</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Szw5wmwVaSI/AAAAAAAAAME/dP-UWiH_680/s1600-h/teclado_m__quina_de_escrever_1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Szw5wmwVaSI/AAAAAAAAAME/dP-UWiH_680/s320/teclado_m__quina_de_escrever_1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5421271558647015714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'trebuchet ms'; "&gt;Teatro na Arena acredita que a crítica é importante para o teatro. Melhor dizendo, quem acredita sou eu, que escrevo sozinha aqui neste blog. Acredito na crítica como registro, documentação de um evento teatral de determinada época e também como referência. Não digo nem referência para os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;profissionais&lt;/span&gt;, mas para o público que vai ao teatro e te lê sempre - aquelas pessoas que se identificam com a sua visão de mundo. Enfim, é pra isso que enxergo a crítica teatral. Mas como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;atriz&lt;/span&gt;, neste momento, acredito que preciso produzir e francamente assisto muita coisa que gostaria de criticar e não tenho tempo, além daquelas que me convidam e me pedem uma crítica e não posso ir. Como gente, gente mesmo, de carne e osso, gostaria de "largar o controle" e poder contar com um ou mais jornalistas-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;atores&lt;/span&gt; que gostassem do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;projeto&lt;/span&gt; e pudessem escrever e postar críticas periodicamente para o site. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Comecei&lt;/span&gt; esse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;projeto&lt;/span&gt; para não deixar o jornalismo em segundo plano, pra não enferrujar - mas a verdade é que escrevo para uma revista e o teatro (a prática dele) tem me tomado tempo demais. Caso você queira entrar nessa roubada comigo, poste o seu comentário aqui, mande um e-mail... enfim, vamos trabalhar!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-5529094247234273729?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/5529094247234273729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=5529094247234273729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/5529094247234273729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/5529094247234273729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/12/ferias-longas-ferias.html' title='Férias, longas férias'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Szw5wmwVaSI/AAAAAAAAAME/dP-UWiH_680/s72-c/teclado_m__quina_de_escrever_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-929974868818264492</id><published>2009-07-27T10:32:00.000-07:00</published><updated>2009-07-27T10:49:04.868-07:00</updated><title type='text'>Tangos e Tragédias</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Sm3lELdIcSI/AAAAAAAAALw/kLzWUX3j2n4/s1600-h/url.htm"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 260px; height: 316px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Sm3lELdIcSI/AAAAAAAAALw/kLzWUX3j2n4/s320/url.htm" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363194591225344290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CLuciana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt; 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Lotado" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em Santa Catarina." st="on"&gt;em Santa   Catarina.&lt;/st1:personname&gt; Lotado&lt;/st1:personname&gt; e com capacidade para 1200 pessoas, o auditório da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) não é exatamente um lugar de teatro (eu inclusive já assisti a coisas muito ruins lá, talvez prejudicadas pela péssima acústica e infra-estrutura de palco propriamente dito). A produção teve que montar um pesado aparato de luz e som que pudesse suprir a necessidade de um “musical com recursos de teatro”, por assim dizer. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;É realmente difícil enquadrar este espetáculo em um único gênero. Ele não chega a ser um musical, está mais para um show. No entanto, os artistas que se apresentam Hique Gomez (violino) e Nico Nicolaiewsky (acordeom), são personagens oriundos da desgarrada ilha de Sbórnia, que se desprendeu do continente e hoje vaga pelo oceano. Em meio a músicas animadíssimas com letras esdrúxulas, eles encerram uma série de discussões e diálogos com a platéia pertinentes a rotina de uma banda &lt;st1:personname productid="em excursão. São" st="on"&gt;em excursão. São&lt;/st1:personname&gt; coisas bobas, pequenas, e por isso mesmo, dificílimas de serem feitas. E a dupla faz o trabalho com maestria e propriedade. Não à toa, estão em cartaz há 25 anos. Há uma alegria na harmonia com que se desenvolve a montagem que vai tomando conta das pessoas, de maneira que é quase inevitável não cantar e participar. O espetáculo toca pela delicadeza com que escolhe atingir o público. É um evento familiar, leve, divertido que pega a platéia de uma maneira poucas vezes vista em palcos nacionais. Embora se tenha a impressão de que a cena não é construída para privilegiar a visão do público em determinados momentos, isto também contribui para que se tenha a sensação de que tudo acontece de fato – que não é cena. Essa leveza e despretensão de ser algo maior do que é acaba por tornar o espetáculo grande, belo e dar vontade de voltar e rever.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-929974868818264492?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/929974868818264492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=929974868818264492' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/929974868818264492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/929974868818264492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/07/tangos-e-tragedias.html' title='Tangos e Tragédias'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Sm3lELdIcSI/AAAAAAAAALw/kLzWUX3j2n4/s72-c/url.htm' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-3333585523093408247</id><published>2009-07-11T10:50:00.000-07:00</published><updated>2009-07-11T10:53:55.850-07:00</updated><title type='text'>Meu Caro Amigo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SljRHuzP3BI/AAAAAAAAALo/aD0NgiUg6zY/s1600-h/caroamigo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SljRHuzP3BI/AAAAAAAAALo/aD0NgiUg6zY/s320/caroamigo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357261687509474322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="Trebuchet MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Assistido em 02 de maio&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;Meu caro amigo Felipe Barenco é uma surpresa atrás da outra. E surpresa das boas. O menino escreve mesmo como gente grande. Conheço o trabalho do autor desde meus primeiros tempos no Rio de Janeiro, quando fui convidada para encenar a sua peça de formatura na Universidade Federal do Rio de Janeiro – coisa que fiz com imenso prazer. Desde aquela época, já me diziam os cariocas que estava eu ali fazendo parte da história de um dos próximos grandes autores da dramaturgia brasileira. Verdade. Quem assiste ao espetáculo Meu Caro Amigo é incapaz de imaginar que o autor de tal texto tenha menos de 50 anos. E tem. Bem menos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="Trebuchet MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Embora o nome da peça não remeta nem de longe a história que ela aborda, o espectador é surpreendido por uma série de ‘boas notícias’ nesta montagem. O monólogo conta a história de uma professora que atravessou a adolescência marcada pela ditadura militar ao som de Chico Buarque. Fã número um do artista, a jovem liderava um fã-clube dentro de sua própria casa contra a vontade do pai – com quem tem uma relação conturbada até a vida adulta. Confesso que quando vi cartazes da montagem pelas ruas da Zona Sul não me empolguei muito &lt;st1:personname productid="em assisti-la. Pareceu-me" st="on"&gt;em assisti-la. Pareceu-me&lt;/st1:personname&gt; um projeto narcisista, criado para projetar a atriz que aparecia em primeiríssimo plano na propaganda. Estratégia ou não de marketing pessoal, Kelzy Ecard merece todos os louvores pela atuação tão boa quanto sua voz, que interpretava diversas músicas de Chico acompanhada no piano por João Bittencourt. A direção de Joana Lebreiro traz movimento e dinamismo à narrativa ao mesmo tempo que explora criativamente os espaços do cenário de Ney Madeira (que é o quarto da adolescente) para se transformarem à medida em que a professora narra as diferentes situações e momentos pelos quais acompanhou a tragetória do ídolo. Longe de ser exatamente um musical, a produção surpreende pela sinceridade com que apresenta suas propostas. A iluminação precisa e pontual consegue criar atmosferas distintas para os inúmeros momentos da tragetória da personagem, de seu ídolo e do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;Foto: Programa (foto de Juliana P. Fontes)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Trebuchet MS';"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height:150%; Trebuchet MS&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.5pt;color:#940202;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-3333585523093408247?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/3333585523093408247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=3333585523093408247' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3333585523093408247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3333585523093408247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/07/meu-caro-amigo.html' title='Meu Caro Amigo'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SljRHuzP3BI/AAAAAAAAALo/aD0NgiUg6zY/s72-c/caroamigo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-6481852923414852485</id><published>2009-07-01T12:00:00.000-07:00</published><updated>2009-07-05T17:02:54.644-07:00</updated><title type='text'>O estrangeiro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SkzPb4C0V7I/AAAAAAAAALg/ClqqB75gj9M/s1600-h/o-estrangeiro-pb.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 134px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353882134844299186" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SkzPb4C0V7I/AAAAAAAAALg/ClqqB75gj9M/s200/o-estrangeiro-pb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:'trebuchet ms';color:#c0c0c0;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;ssistido em 03 de maio de 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:trebuchet ms;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="BORDER-BOTTOM: #ece9d8 1pt dotted; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-RIGHT: 0cm; MARGIN-LEFT: 171pt; BORDER-TOP: medium none; MARGIN-RIGHT: 0cm; BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; mso-element: para-border-div; mso-border-bottom-alt: dotted #ECE9D8 .25pt"&gt;&lt;h2 style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: justify; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; mso-border-bottom-alt: dotted #ECE9D8 .25pt; mso-padding-alt: 0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="BORDER-BOTTOM: medium none; TEXT-ALIGN: justify; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; PADDING-LEFT: 0cm; PADDING-RIGHT: 0cm; BORDER-TOP: medium none; BORDER-RIGHT: medium none; PADDING-TOP: 0cm; mso-border-bottom-alt: dotted #ECE9D8 .25pt; mso-padding-alt: 0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;“Eu me sinto um estrangeiro, passageiro de algum trem – que não passa por aqui; que não passa de ilusão” – trecho da música &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="LETTER-SPACING: -0.75pt"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;A Revolta dos Dândis, de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt; Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="BORDER-BOTTOM: #ece9d8 1pt dotted; BORDER-LEFT: medium none; PADDING-BOTTOM: 0cm; 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Ele expõe um homem s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;em máscaras, que retrata numa completa lucidez emotiva toda a palidez de sua alma. Patrice Mersault – personagem narrador da trama – é um homem acusado de assassinato que choca a opinião de seu júri ao mostrar indiferença com relação à morte da própria mãe. Essa impressão com relação à obra de Camus é construída a partir de uma interpretação frágil e mecanizada de Guilherme Leme. O ator não conseguiu trazer para a personagem toda a indiferença e escuridão de sua alma. Não fosse pelas partituras físicas propostas pela direção de Vera Holtz, a montagem poder-se-ia ser definida como uma leitura (pouco) dramática da obra. Isso porque o abismo de interpretar com indiferença e viver com indiferença não foi preenchido por nenhuma outra intenção. O aparato cenotécnico brilhantemente elaborado por Maneco Quinderé e Aurora dos Campos não foi suficiente para sustentar este espaço de insipiência proposto pelo autor na narrativa deste herói que aceita morrer pela verdade. Mersault é na verdade um estrangeiro à sociedade, um homem nu – como bem relata o autor: “o único cristo que mereceríamos”. A obra também merecia um ator que tivesse um trabalho mais cuidadoso de carpintaria, onde expusesse a crueza da alma da personagem sem valer-se apenas de uma frieza narrativa que por pouco não torna o texto banal e abstrato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:trebuchet ms;font-size:small;"&gt;foto: Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Serviço: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;O Estrangeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. de Albert Camus. direção Vera Holtz, com Guilherme Leme.Teatro do Jockey. Sáb e Dom 21hs. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;R$25&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Classificação 14 anos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-6481852923414852485?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/6481852923414852485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=6481852923414852485' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/6481852923414852485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/6481852923414852485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/07/o-estrangeiro.html' title='O estrangeiro'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SkzPb4C0V7I/AAAAAAAAALg/ClqqB75gj9M/s72-c/o-estrangeiro-pb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-8457484524302715659</id><published>2009-06-12T14:02:00.000-07:00</published><updated>2009-06-12T14:05:40.312-07:00</updated><title type='text'>JORNALISTA - SÓ COM DIPLOMA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SjLDGHwNq8I/AAAAAAAAALI/BU9qjsOquMc/s1600-h/FENAJ+Flyer+Eletr%C3%B4nico+Jornalista+s%C3%B3+com+Diploma+2009+III.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 285px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SjLDGHwNq8I/AAAAAAAAALI/BU9qjsOquMc/s400/FENAJ+Flyer+Eletr%C3%B4nico+Jornalista+s%C3%B3+com+Diploma+2009+III.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346550217570102210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-8457484524302715659?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/8457484524302715659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=8457484524302715659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8457484524302715659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8457484524302715659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/06/sou-jornalista-por-formacao.html' title='JORNALISTA - SÓ COM DIPLOMA'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SjLDGHwNq8I/AAAAAAAAALI/BU9qjsOquMc/s72-c/FENAJ+Flyer+Eletr%C3%B4nico+Jornalista+s%C3%B3+com+Diploma+2009+III.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-1641191254058029605</id><published>2009-05-24T18:32:00.000-07:00</published><updated>2009-05-26T11:59:58.282-07:00</updated><title type='text'>O Silêncio dos Amantes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Shw5crLAvOI/AAAAAAAAAK4/iaCWLmVFVGI/s1600-h/url.htm"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Shw5crLAvOI/AAAAAAAAAK4/iaCWLmVFVGI/s320/url.htm" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340206422942596322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CLuciana%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt; 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text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify; font-style: italic;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quem me falou que este espetáculo era bom? Quem me falou que este espetáculo era bom? Alguém me falou, não lembro quem. Uma hora lembrarei quem foi e lembrarei-me também de dizer a essa pessoa outras coisinhas. O fato é que boas idéias não resultam necessariamente em boas realizações. O espetáculo “O Silêncio dos Amantes” trás quatro contos da obra homônima de Lya Luft não adaptada para o teatro. Isto mesmo: não adaptada. A cenografia Paulo Flaksman, o figurino de Inês Salgado e Fúlvia Costalonga e a concepção cênica de Moacyr Góes são verdadeiras obras de arte – uma pena elas não dialogarem com o espetáculo. De uma caixa de jóias em tamanho gigante, saem anjos caídos (Augusto Garcia, Carla Rosa, Giselle Lima e Leon Góes) que vão se transformando em homens e contando suas inacreditáveis histórias de vida. Os arranjos musicais e a direção de Ary Sperling são ótimos e ajudam a dar um tom de dramaticidade bem adequado às cenas que seguem. Mas quando começam a contar suas histórias, os atores param de fazer teatro para narrar um relato. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-style: italic;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify; font-style: italic;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Leon Góes não começa de todo mal, fazendo o menino-anão de “O anão” que usa a cabeça do ator e o corpo de um boneco. Embora o boneco tenha limitações na sua articulação, o ator consegue explorar criativamente sua conexão com este artifício. Giselle Lima, fazendo “O que a gente não disse” consegue capturar a emoção, mas perde em teatralidade indo quase ao limite do que seria realmente bom e recuando. Em “Copo de Lágrimas” a atuação despojada de Augusto Garcia faz com que o texto perca seu tom dramático e quase caia na vala comum. O artifício de colocar o ator pisando em dezenas de copos virados de cabeça para baixo é uma metáfora que não ajudou o ator a encontrar a dramaticidade necessária à cena.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carla Rosa sai-se melhor que a média, em “A Pedra da Bruxa” – mas é prejudicada pela falta de adaptação do texto. Os atores não sabem explorar as pausas e preocupados com o ritmo do espetáculo, derrubam o texto sem nenhuma vivência. A má exploração do espaço cênico no momento da narrativa também deixa os monólogos cansativos demais. Quando o texto começa, o teatro vai embora. Moacyr Góes dá um tratamento muitíssimo minimalista para os atores em cena – que parece não ter funcionado muito. À primeira vista, as cenas de ligação entre um texto e outro ganharam mais atenção do que os contos &lt;st1:personname productid="em si. E" st="on"&gt;em si. E&lt;/st1:personname&gt; especialmente para quem já leu o livro, fica a pergunta: cadê o texto que dá nome ao livro?! Os textos encenados foram &lt;em&gt;O Anão&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O que a gente não disse&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Um Copo de Lágrimas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Pedra da Bruxa – &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;boas escolhas que poderiam ser melhor aproveitadas&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; com um tratamento verdadeiramente teatral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; text-align: justify; font-style: italic;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: arial; text-align: justify; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Foto: Programa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: arial; text-align: justify; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: arial; text-align: justify; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Serviço:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: arial; text-align: justify; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;O Silêncio dos Amantes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. de Lya Luft. Direção e Adaptação Moacyr Góes. Com: Augusto Garcia, Carla Rosa, Giselle Lima e Leon Góes. Teatro Leblon, sala Tônia Carreiro. Qui a Sáb 21hs e Dom 20hs. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;R$ 60&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; (qui e sex) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;R$ 70&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; (sáb e dom).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-1641191254058029605?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/1641191254058029605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=1641191254058029605' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1641191254058029605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1641191254058029605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/05/o-silencio-dos-amantes.html' title='O Silêncio dos Amantes'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Shw5crLAvOI/AAAAAAAAAK4/iaCWLmVFVGI/s72-c/url.htm' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-1708610429976558855</id><published>2009-05-24T17:46:00.000-07:00</published><updated>2009-05-24T17:52:22.925-07:00</updated><title type='text'>DE VOLTA À VACA FRIA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/ShnraudTK4I/AAAAAAAAAKY/CqU_fcbmpzs/s1600-h/Sapos.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 267px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/ShnraudTK4I/AAAAAAAAAKY/CqU_fcbmpzs/s320/Sapos.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339557677604481922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;Peço desculpas às cinco pessoas que lêem este blog religiosamente pelo tempo de ausência. Estive, bem verdade, assistindo várias coisas durante esse tempo - várias coisas sobre as quais aliás não gostaria de tecer qualquer comentário. Mas falarei, é claro. Minha língua está ardendo! Com calma, publicarei as críticas de peças já assistidas e outras novas. Vamos lá, um passo de cada vez.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-1708610429976558855?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/1708610429976558855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=1708610429976558855' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1708610429976558855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1708610429976558855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/05/de-volta-vaca-fria.html' title='DE VOLTA À VACA FRIA'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/ShnraudTK4I/AAAAAAAAAKY/CqU_fcbmpzs/s72-c/Sapos.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-4262924402323127615</id><published>2009-02-27T09:52:00.000-08:00</published><updated>2009-06-18T10:42:18.722-07:00</updated><title type='text'>FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Sagpbp-GvjI/AAAAAAAAAKI/deBaFoDOG9U/s1600-h/2a.+pe%C3%83%C2%A7a+-+Perdoa-me+por+me+tra%C3%83%C2%ADres.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307537715955678770" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 213px; height: 320px;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Sagpbp-GvjI/AAAAAAAAAKI/deBaFoDOG9U/s320/2a.+pe%C3%A7a+-+Perdoa-me+por+me+tra%C3%ADres.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Estou indo ao Festival de Teatro de Curitiba , por este motivo, as críticas no mês de março estão suspensas. Os ingressos para assistir a Perdoa-me por me traíres de Nelson Rodrigues com direção de Cláudio Handrey já estão à venda no site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ingressorapido.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ingresso Rápido.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Espero a sua presença e comentários. Até breve.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-4262924402323127615?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/4262924402323127615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=4262924402323127615' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4262924402323127615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4262924402323127615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/02/festival-de-teatro-de-curitiba.html' title='FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/Sagpbp-GvjI/AAAAAAAAAKI/deBaFoDOG9U/s72-c/2a.+pe%C3%A7a+-+Perdoa-me+por+me+tra%C3%ADres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-2255878167655300167</id><published>2009-02-07T19:32:00.000-08:00</published><updated>2009-02-07T19:36:12.667-08:00</updated><title type='text'>Minha mãe é uma peça</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SY5SvxTL59I/AAAAAAAAAJ4/yWRLyKZzpE0/s1600-h/minha+mÃ£e+Ã©+uma+peÃ§a.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300264792102791122" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SY5SvxTL59I/AAAAAAAAAJ4/yWRLyKZzpE0/s320/minha+m%C3%A3e+%C3%A9+uma+pe%C3%A7a.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 06 de Fevereiro de 09.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Não vai ter Natal aqui em casa esse ano! (P) Não vai ter. (P) Natal em casa. (P) Esse ano. (P) Não vai! (P) Natal em casa... “&lt;/em&gt; – mãe é tudo igual.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Abre-se a cortina e você ansioso pra conhecer essa mãe. Mas a mãe não é uma mulher. É um homem. Vestido de mulher. Não tem peitos falsos nem curvas generosas. A composição do figurino pode lembrar num primeiro momento até mesmo o tradicional “bloco dos sujos” – em que os homens se travestem de mulher nos dias de carnaval. É um choque. Não, definitivamente àquela não é a minha mãe. Mas incrível; é a mãe de todo mundo. Quando se abrem as cortinas, a primeira impressão que se tem de Dona Hermínia (personagem criada pelo ator Paulo Gustavo) é uma figura caricata demais. E ao longo do espetáculo você vai descobrindo que dona Hermínia é sim uma caricatura perfeita. O discurso circular e cansativo da “mãe” é muito bem colocado em pauta com bom humor e flagrantes das situações mais banais do dia-dia de uma mãe em tempo integral. Paulo Gustavo apresenta em “Minha mãe é uma peça” um trabalho de carpintaria teatral, onde a composição da personagem explora de maneira clara e bem equilibrada as partituras corporais que a mãe executa inconscientemente no seu dia-dia. Uma salva também para o trabalho de João Fonseca que conseguiu dosar o talento do ator para que a peça não ficasse massante. É estranho dizer isso, mas às vezes o excesso de graça é um pecado capital; é preciso observar uma curva de humor que não torne a montagem cansativa. E apesar de tratar-se de um monólogo, a peça explora bem esse gráfico nos seus acontecimentos. Mais interessante ainda é que não acontece nada. E justamente esse é o ponto de partida na abordagem dessa figura solitária, que se percebe sem função no núcleo familiar e está constantemente buscando um vínculo com as coisas ao seu redor. Durante o espetáculo você vai conhecendo várias pessoas da família e do convívio social dessa personagem através de suas impressões a respeito dos mesmos; de suas insistentes idas e vindas à janela da sala; ao telefone e de sua histeria com os filhos na sala de casa. A peça vai investindo gradativamente em momentos de comédia rasgada, mas sem deixar em momento algum de expressar um reflexo do cotidiano de milhões de lares brasileiros. E você vai durante a peça se acostumando com essa mulher bizarra (já que mãe é sempre assexuada na visão dos filhos) e também visualizando ali diversas pessoas que você mesmo conhece (mãe, tia, avó, amiga, etc). O espetáculo está em cartaz há três anos e o frescor com que ainda é encenado é sinal de vida longa e platéia lotada. Primeiro trabalho solo do ator, a peça merece a levantada da cadeira no final da peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Divulgação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MINHA MÃE É UMA PEÇA&lt;/strong&gt;, texto e interpretação de Paulo Gustavo. Direção de João Fonseca. A rotina da divertida Dona Hermínia, aposentada afogada em problemas domésticos. (60min). Teatro dos Grandes Atores. Sex/Sab 21h30 Dom 20h30. &lt;strong&gt;R$ 60,00&lt;/strong&gt; (Sex e Dom) e &lt;strong&gt;R$ 70,00&lt;/strong&gt; (Sab). Classificação 15 anos.Fonte: Veja Rio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-2255878167655300167?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/2255878167655300167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=2255878167655300167' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/2255878167655300167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/2255878167655300167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/02/minha-mae-e-uma-peca.html' title='Minha mãe é uma peça'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SY5SvxTL59I/AAAAAAAAAJ4/yWRLyKZzpE0/s72-c/minha+m%C3%A3e+%C3%A9+uma+pe%C3%A7a.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-8375068397551310259</id><published>2009-01-25T13:38:00.000-08:00</published><updated>2009-01-25T13:51:53.845-08:00</updated><title type='text'>Cyrano</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SXzcD3k-d7I/AAAAAAAAAJw/P_V5IPGLLUc/s1600-h/cr-rj-cyrano_r.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295349220897617842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 216px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SXzcD3k-d7I/AAAAAAAAAJw/P_V5IPGLLUc/s320/cr-rj-cyrano_r.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assistido em 16 de novembro de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra que 2009 possa de fato começar com ares renovados e aquela velha e clichê esperança de que tudo possa ser novo e melhor, começamos aqui também com uma crítica a um espetáculo infantil. As crianças são afinal a mais viva certeza de que a vida continua. Engraçado é que, via de regra, os espetáculos infantis em sua maioria não dão às crianças seu devido valor – idiotizando os pobres pequenos que são tratados como retardados pelos atores que insistem em conversar com elas como se o próprio elenco tivesse 5 anos de idade, ou menos. Felizmente não é o que acontece em Cyrano. A montagem merece destaque pela feliz tentativa de valorizar a criança como indivíduo pensante e trazer uma linguagem um pouco mais sofisticada do que as que são oferecidas ao público dessa faixa etária. O texto é uma adaptação do clássico adulto de 1897, Cyrano de Bergerac, de Edmond Rostand. No figurino e no cenário, os tons pastéis escolhidos para a composição cênica também exigem das crianças uma atenção maior a própria história, fazendo com que o foco recaia sobre o trabalho do elenco, composto pelos atores Maurício Machado, Nívea Stelmann, Thierry Figueira e Tadeu Mello. Este último reveza-se no papel de vários personagens – o que até é bem explicado no começo da apresentação – porém, apesar de engraçadíssimo, não consegue dar nuances necessárias para uma clara distinção de cada um de seus papéis. A solução pré-textual de explicar alguns dos acontecimentos complexos para o público infantil foi bem encaixada na proposta do metateatro. A peça começa com um grupo de teatro que gostaria de montar Cyrano de Bergerac com apenas quatro pessoas. No entanto, a idéia de que os atores possam estar vestindo calça jeans por debaixo de seus figurinos deixa em pauta a questão da realização de um trabalho de corpo satisfatório ou não. Thierry e Nívea como par romântico mostram curiosa habilidade para o gênero infantil embora o excessivo entusiasmo em cena atrapalhe por vezes o desempenho dramático. Maurício Machado, no papel do próprio Cyrano está muitíssimo bem, mostrando versatilidade e tempo de comédia adequadíssimo para a montagem.&lt;br /&gt;Vale ressaltar mais uma vez o trabalho de Maíra Knox, que assina a direção de arte, cenário e figurino. Ela trouxe soluções simples e simpáticas para quebrar a monocromia do espetáculo, como projeções ao vivo de cartas que são escritas pelos personagens e uma imensidão de folhas de papel que emolduram o espaço cênico como referência às cartas poéticas que Cristiano entrega a Roxane como se fossem dele (na verdade são escritas por Cyrano, um jovem e talentoso rapaz que por causa de sua aparência utiliza-se do ingênuo e iletrado Cristiano para conquistar o coração de sua amada). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se ao final o espetáculo não parece por certo uma montagem infantil, não é ao menos infantilizada. As crianças, pela atenção que dispensaram a apresentação, por certo entenderam bem o recado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Guga Melgar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CYRANO&lt;/strong&gt;, de Edmond Rostand, adaptação Denise Crispun. Com Maurício Machado, Nívea Stelmann, Thierry Figueira e Tadeu Mello. Dir Karen Acioly.&lt;br /&gt;Clássico do teatro francês escrito em 1897, a história do poeta narigudo que não consegue declarar seu amor pela prima Roxane - na narrativa misturam-se drama e comédia. (55min). Teatro Miguel Falabella. Sab/dom, 16h. &lt;strong&gt;R$ 30,00&lt;/strong&gt;. Até 8 de março. Classificação 5 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Veja Rio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-8375068397551310259?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/8375068397551310259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=8375068397551310259' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8375068397551310259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8375068397551310259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/01/cyrano.html' title='Cyrano'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SXzcD3k-d7I/AAAAAAAAAJw/P_V5IPGLLUc/s72-c/cr-rj-cyrano_r.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-3563363894220504829</id><published>2009-01-21T10:59:00.000-08:00</published><updated>2009-01-21T11:08:45.965-08:00</updated><title type='text'>Perdoa-me por não dar notícias</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SXdwwqp6INI/AAAAAAAAAJc/6AkwiCWwBs8/s1600-h/perdoa-me.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293823868383404242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SXdwwqp6INI/AAAAAAAAAJc/6AkwiCWwBs8/s320/perdoa-me.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Desculpem-me &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; os leitores deste espaço. Porém estava de "férias" das críticas em virtude da necessidade de ensaios no horário da noite e consequentemente vendo pouca coisa - pouca coisa que valha a pena ser comentada. O projeto do espetáculo - que terminou a temporada carioca com du&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;as apresentações gratuitas na Quinta da Boa Vista - retorna com mudanças e alterações pra ganhar os palcos deste Brasil a fora. Muito há &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;que se fazer. Sempre. Em breve estarei de volta - com críticas quentinhas para 2009.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bom espetáculo sempre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-3563363894220504829?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/3563363894220504829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=3563363894220504829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3563363894220504829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3563363894220504829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2009/01/perdoa-me-por-no-dar-notcias.html' title='Perdoa-me por não dar notícias'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SXdwwqp6INI/AAAAAAAAAJc/6AkwiCWwBs8/s72-c/perdoa-me.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-8367351643895585476</id><published>2008-11-19T11:14:00.000-08:00</published><updated>2008-11-19T11:39:39.036-08:00</updated><title type='text'>Currículum Vitae</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SSRpi9oFSCI/AAAAAAAAAHo/u57WHMaJRYQ/s1600-h/NeyLatorraca+-.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270453513309472802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 245px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SSRpi9oFSCI/AAAAAAAAAHo/u57WHMaJRYQ/s320/NeyLatorraca+-.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Desculpem os leitores das críticas, mas este comentário merece o registro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Extraído do Bloglog do Ney, em 06/11/2008. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;"TER OU NÃO TER CURRICULUM.Sempre, quando se procurava um emprego, a profissional tinha que apresentar seu 'Curriculum Vitae', termo que, nessa era globalizada pode ter caído em desuso, não sei. Assistindo ao show da cantora canadense Diana Krall, no Vivo rio, convidado pela Revista Caras fiquei pensando no tal 'currículo'. O dela, com certeza é de dar orgulho. Cantora de jazz com singue e afinidade total com os papas da MPB. Tinha história no palco sendo cantada e contada. Tinha currículo.Hoje não se discute mais se a pessoa tem ou não um passado com uma base sólida, principalmente em se tratando de artes cênicas. Estamos vivendo a era dos descartáveis, dos reciclados e do lixo. Quem tem currículo é chamado de careta, velho, monstro sagrado, ícone e babaca. Defenderei sempre a 'turma do museu', os que ralaram a vida inteira estudando, lendo, fazendo cursos e sempre acreditando ferozmente. E só fica quem tem talento, vocação e currículo. Não cultivo mágoas e podemos aprender com a juventude. Aprendo com o Cauã Reymond, Alinne de Moraes, Fernanda de Freitas, Rodrigo Santoro, Leona Cavalli, Bruna Marquezini e por ai vai. Jovens atores e atrizes já fazendo o passado. Sem eles não haverá continuidade.A cultura de um país sempre terá velhas e novíssimas peças de museu. com certeza todas com um belíssimo 'curriculum'" - Ney Latorraca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foto: Divulgação/TV Globo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fonte: (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bloglog.globo.com/neylatorraca/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://bloglog.globo.com/neylatorraca/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-8367351643895585476?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/8367351643895585476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=8367351643895585476' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8367351643895585476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8367351643895585476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/11/currculum-vitae.html' title='Currículum Vitae'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SSRpi9oFSCI/AAAAAAAAAHo/u57WHMaJRYQ/s72-c/NeyLatorraca+-.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-8172824703108095255</id><published>2008-11-15T12:10:00.001-08:00</published><updated>2008-11-19T11:14:39.747-08:00</updated><title type='text'>A Forma das Coisas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SR8s2hoJz0I/AAAAAAAAAHI/-sZmYaJu52E/s1600-h/blog84.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268979404298112834" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SR8s2hoJz0I/AAAAAAAAAHI/-sZmYaJu52E/s320/blog84.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SR8s8Gnx0oI/AAAAAAAAAHQ/mCu4PH4tWEs/s1600-h/A+Forma+das+Coisas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268979500127998594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SR8s8Gnx0oI/AAAAAAAAAHQ/mCu4PH4tWEs/s320/A+Forma+das+Coisas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 08 de novembro&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"UMA VERDADE NA ARTE É AQUELA CUJA CONTRADIÇÃO TAMBÉM É VERDADEIRA" - Oscar Wilde (mensagem do programa)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Talvez nem devesse tocar nesse tipo de assunto aqui no blog, visto que a proposta é falar do teatro. Mas devido a uma formação exlética que busco sempre seguir não só na profissão como na vida, não me contenho em comentar. Fui assistir a este MARAVILHOSO espetáculo que é&lt;em&gt; “A forma das coisas”&lt;/em&gt; e deparei-me com um choque de identidade visual que me acompanhou durante todo o correr da peça.&lt;br /&gt;É que quando vi o cartaz pela primeira vez, belíssimo, apenas em preto e branco e com linhas bem definidas, logo pensei que a montagem seria um expoente de arte contemporânea – que de fato é. No entanto, a peça FALA da arte contemporânea usando um discurso bem realista, linear. (Não se assustem, por favor, com o cartaz aqueles que temem ir à montagens do tipo em que os atores interagem tanto com a platéia que ao final do espetáculo, todo molhado e sujo de ovo você sente vontade de voltar na bilheteria reclamar o seu cachê. – não é nada disso).&lt;br /&gt;A peça trás em uma linguagem bem simples e acessível uma discussão muito interessante sobre a arte e até sobre a vida. O texto de Neil Labute (nem me cabe falar aqui do trabalho deste talentoso autor norte-americano - procurem outros blogs) consegue promover dobras inimagináveis para reflexões no amplo sentido do existencialismo artístico e da cultura social. Contudo quando vi o cartaz de “A forma das coisas”, algo parecido com a primeira imagem que você vê aí em cima, jamais poderia imaginar que a foto que ilustra essa coluna logo abaixo tratasse do mesmo espetáculo. Fui para o teatro Laura Alvim na expectativa de ver uma montagem contemporânea no amplo sentido da palavra, com poucos objetos em cena, muita movimentação, pouco texto e muito substrato. No entanto, quando chego lá me deparo com muitos objetos, os atores quase que parados a maioria do tempo e texto, texto, texto.&lt;br /&gt;Sou obrigada a dizer aqui que a direção de Guilherme Leme co-assinada por Pedro Neschling neste sentido foi primorosa – uma vez que conseguiu através das ações físicas trazer uma organicidade para os diálogos que fez com que o espetáculo desse um salto de qualidade realmente grande. Talvez ajudada pela direção de movimento de Marcos Damigo. Os atores também estão todos ótimos em seus papéis, valorizando com sutiliza e habilidade as características de cada personagem sem a preocupação de se sobre-sair ao resto do elenco. Generosidade pura.&lt;br /&gt;Dentro de uma proposta, o cenário de Aurora dos Campos é limpo, versátil, mas talvez um pouco pesado para o espaço do teatro Laura Alvim, onde a peça faz temporada, agora a preços populares. De uma maneira geral, é uma peça muitíssimo bem realizada. A luz de Maneco Quinderé, os figurinos assinados por Sonia Soares e Tatiana Brescia e toda a produção do espetáculo é redonda. Uma pena que o todo o foco da minha atenção tenha se voltado para essa distonia entre comunicação visual e referência dramatúrgica. Boa hora para avisar os designers de plantão: por favor, assistam aos ensaios, conversem com os cenógrafos. Numa alusão à proposta do texto, a vida não é só conceito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;FOTO: Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;A FORMA DAS COISAS&lt;/strong&gt;. de Neil Labute. Com André Cursino, Carol Portes, Karla Dalvi e Pedro Osório. Dir. Guilherme Leme. (60 min.) Casa de Cultura Laura Alvim. Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 20h. &lt;strong&gt;R$ 2&lt;/strong&gt;. Até 07/12.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fonte: Tribuna da Imprensa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-8172824703108095255?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/8172824703108095255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=8172824703108095255' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8172824703108095255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8172824703108095255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/11/forma-das-coisas.html' title='A Forma das Coisas'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SR8s2hoJz0I/AAAAAAAAAHI/-sZmYaJu52E/s72-c/blog84.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-1289424628856519358</id><published>2008-11-09T11:01:00.001-08:00</published><updated>2008-11-09T11:11:38.931-08:00</updated><title type='text'>Variaciones Meyerhold</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SRczyevjLbI/AAAAAAAAAGo/xDTmxYthV8s/s1600-h/Pavlovsky.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266735231572061618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SRczyevjLbI/AAAAAAAAAGo/xDTmxYthV8s/s320/Pavlovsky.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 04 de novembro &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Para que eu faço a biomecânica? No fundo, o que é biomecânica? Um treinamento físico do ator que o leva a um grau de espiritualidade, a um grau de propensão ao treinamento físico, como um lançador de dardos, um atirador, um corredor de cem metros, que coloca os músculos em uma situação de tensão permanente, em um estado de semi-contração perpétua. Pra quê? É para lançar dardos? É para correr cem metros? Não! É para que o corpo fique vibrante!" - Meyerhold&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Incrível como as coisas verdadeiramente bacanas que aparecem no teatro estrangeiro passam pelo nosso país como se fossem cometas. O espetáculo “Variações Meyerhold” do ator, dramaturgo e psicodramatista argentino Eduardo ‘Tato’ Pavlovsky – referência do teatro naquele país passou pelo Rio de Janeiro em apenas duas apresentações. Apresentações que sacudiram as entranhas daqueles que puderam presenciar essa montagem histórica e imprescindível a memória do teatro russo. Como seguidor e aluno do ator, diretor e teórico Vsevolod Meyerhold (1874-1940) o espetáculo de Pavlovsky, retrata a trajetória deste brilhante profissional cuja biografia foi tragicamente abreviada durante o regime stalinista com sua execução sumária.&lt;br /&gt;Seguindo a linha de trabalho de Meyerhold – que introduziu o trabalho da Biomecânica no teatro contemporâneo, Tato utiliza-se da improvisação para contar a história e falar das teorias do russo. Pavlovsky dá uma verdadeira aula de teatro para uma platéia predominantemente de atores que lotou o teatro Poeira nestes dois dias em que realizou sua turnê carioca, aproveitando para lançar em língua portuguesa o livro “O Teatro de Eduardo Pavlovsky”, com seleção e organização de Betch Cleinman, reunindo seis de suas peças, sendo cinco delas inéditas.&lt;br /&gt;Ele abre o espetáculo com as luzes da platéia acesas e fala da importância do jogo entre ator e platéia. Fala da pulsação de cada pessoa e da importância de sentir essa troca durante todo o espetáculo. Cita ainda a necessidade de Meyerhold – estranhado na sua época por suas até então controversas teorias – de apresentar o espetáculo à crítica somente após a décima exibição para um mesmo público. Meyerhold lutava por um teatro vivo, pulsante. E Pavlovsky como seu seguidor e entusiasta reafirma a eficácia e beleza desta linha de trabalho. Quem pôde ler o texto da peça – publicado no livro que foi poderia ser adquirido na bilheteria do teatro – não sabia distinguir em cena o que era texto do que era improviso. Brilhante intérprete, Tato colocou em cena uma autenticidade de quem fazia uma conversa intimista e real com a platéia pela primeira vez. Pediu para acender as luzes dos balcões no meio do espetáculo e falou da importância de sentir um novo pulsar no espectador durante o espetáculo – depois que ele já foi “contagiado” pela peça.&lt;br /&gt;Apesar de denso e muito triste, o espetáculo também tem muita graça e momentos de extrema leveza – evidenciando a pluralidade de emoções que se pode colocar lado a lado tal como na vida.&lt;br /&gt;Uma aula brilhante para os atores e profissionais do teatro brasileiro que poucas oportunidades têm de realizar uma troca tão viva e tocante como a que foi presenciada no palco durante este espetáculo. As teorias de Meyerhold apontam as nuances do emprego da biomecânica em métodos de preparação do corpo e da psique do ator que influenciaram o teatro ocidental e o cinema de diretores como Sergei Eisenstein. Já Pavlovsky tem dois filmes baseados em suas peças: "La Nube", de Fernando Solanas, a partir de "Vermelhos Balões Vermelhos", e "Potestad", de César D’Angiolillo, sobre peça homônima. Vale a pena conferi-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Divulgação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Variaciones Meyerhold&lt;/strong&gt; (em espanhol). Com Eduardo Pavlosky. (70 min.) Teatro Poeira. 03 e 04 de Novembro 21hs. &lt;strong&gt;R$ 40&lt;/strong&gt;. 12 anos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Cult&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-1289424628856519358?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/1289424628856519358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=1289424628856519358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1289424628856519358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1289424628856519358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/11/variaciones-meyerhold.html' title='Variaciones Meyerhold'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SRczyevjLbI/AAAAAAAAAGo/xDTmxYthV8s/s72-c/Pavlovsky.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-5226989732108033874</id><published>2008-10-22T10:26:00.001-07:00</published><updated>2008-10-22T10:34:04.319-07:00</updated><title type='text'>Warum, warum</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SP9ifothqqI/AAAAAAAAAGg/tJ9ZRNO2YpU/s1600-h/peter_brookok.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260031185435863714" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SP9ifothqqI/AAAAAAAAAGg/tJ9ZRNO2YpU/s320/peter_brookok.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 19 de outubro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Você dá nuances erradas, jovem atriz”&lt;/em&gt; – Brook traz graça, simplicidade e leveza para o Rio de Janeiro. Quem vê, chega a achar que é fácil fazer teatro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que o diretor Inglês Peter Brook é aclamado como a grande expressão da dramaturgia do século XX. Sua montagem Warum, Warum (porquê, porquê), que estreou em Zurique em abril deste ano trouxe ao Brasil textos de de Antonin Artaud, Edward Gordon Craig, Charles Dullin, Meyerhold, Zeami Motokiyo e Shakespeare em apenas três apresentações no novo Teatro do Jardim Botânico. No Espaço Tom Jobim, recém inaugurado, o cheiro da madeira e o amplo pé direito da construção com ares de casa de campo dá o tom pós-moderno do espetáculo pelo qual centenas de atores e personalidades (entre eles o ator norte-americano Bill Pullman, que prestigiou a apresentação de domingo) aguardavam ansiosamente disputando preciosíssimos espaços sob seus guarda-chuvas do lado de fora. Nem mesmo o tempo ruim foi capaz de desanimar e tirar a euforia daqueles que como eu, veriam “Peter Brook” pela primeira vez – ainda que sob ferozes advertências de que o espetáculo ‘não tinha nada de mais’, ou que ‘era de uma simplicidade total’ ou ainda para muitos ‘confuso’. A montagem, falada em alemão com legendas em português, passa do teatro existencialista para a discussão da existência do teatro. Para quem tivesse talvez pouca intimidade com o alemão ficasse realmente muito difícil de acompanhar as legendas e o brilhante trabalho da atriz. Independente do acompanhamento da tradução, Miriam Goldschimidt é um espetáculo à parte. Com uma figura exótica e uma forte presença de cena, ela abusa de transições stanislavskianas e das pausas para segurar o público - acompanhada da música de Francesco Agnello que traz para a cena um curiosíssimo instrumento musical que produz sons dos mais diversos. Cheguei a ouvir comentários de que a atriz era ‘praticamente uma Elza Soares’ – o que a meu ver não tirou a grandeza do espetáculo. Pelo contrário. Utilizando-se apenas de uma cadeira e de um bastidor com rodinhas que servia de porta num fundo preto, a peça trouxe movimento e leveza para um texto que é denso, reflexivo e irônico. Já no início da peça, o próprio texto faz uma advertência que poderia bem servir pra esta própria montagem, caso o resultado final do processo não revertesse na imagem esperada: “Você tem que saber o que quer do teatro. Se você está procurando literatura às vezes é melhor dar meia volta e dizer: ops! Acho que errei de endereço”.&lt;br /&gt;São elucubrações de uma atriz que fala para uma platéia de atores, de artesões da arte dramática. Pra gente que de debate e se identifica com os problemas e questões deste ofício. “Tudo que eu sei da vida aprendi na escola de Melodrama” – diz a personagem que tenta desastradamente compor uma mulher que tem medo de um urso. “Eu posso fazer primeiro o urso pra descobrir o medo que o urso sente de mim?”&lt;br /&gt;Brook coloca leveza e ironia na cena à medida que realiza as transições de um assunto para o outro sem deixar óbvias as mudanças ao mesmo tempo em que cria um vínculo de atenção ao espetáculo. As movimentações são precisas e espontâneas ao mesmo tempo. Quase um balé. Ao final, satiriza o desejo do homem em relação ao teatro e expõe as relações desta arte como uma caricatura da visão humana diante da vida: somos muito pequenos diante de tudo isso. Impecável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Divulgação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Warum, Warum (Porquê, Porquê).&lt;/strong&gt; Com Miriam Goldschimiddt. Dir. Peter Booke. (60 min.) Teatro Espaço Tom Jobim (Jardim Botânico). 17 a 19 de Outubro, 20hs. &lt;strong&gt;R$ 60&lt;/strong&gt;. 16 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fonte: Veja Rio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-5226989732108033874?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/5226989732108033874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=5226989732108033874' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/5226989732108033874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/5226989732108033874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/10/warum-warum.html' title='Warum, warum'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SP9ifothqqI/AAAAAAAAAGg/tJ9ZRNO2YpU/s72-c/peter_brookok.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-4924920685698969816</id><published>2008-10-10T20:20:00.000-07:00</published><updated>2008-10-10T20:23:33.485-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SPAb-e1xu2I/AAAAAAAAAGY/0oBnFX0Jl1U/s1600-h/Passagens.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255731525385829218" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SPAb-e1xu2I/AAAAAAAAAGY/0oBnFX0Jl1U/s320/Passagens.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 09 de outubro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Isto, verde, é sinal de que o teatro ainda pulsa"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem é um ser que não consegue se equilibrar na linearidade, na constância, nas certezas. Somos seres incertos, imprecisos, impacientes. É na dúvida e na insistência dela que nos assumimos como humanos – sempre em busca de algo que não temos, que não somos, alguma coisa da qual não pertencemos. Somos seres confusos e fragmentados. Seres dotados de uma capacidade de pensar que não raramente volta incessante para si. E sempre que voltamos nosso pensar para nós mesmos percebemos o quanto nos sentimos sós - ainda que em meio a uma multidão.&lt;br /&gt;É mergulhando nesse universo de idéias egocêntricas que a Pangéia cia.deteatro apresenta brilhantemente seu primeiro trabalho: Passagens. E porque assim estamos todos nós sempre, ao mesmo tempo em que passamos pela vida, observando um mundo que passa por nós, o espetáculo é confuso, estranho, lindo.&lt;br /&gt;A companhia apresenta uma proposta de encenação que funde obrigatoriamente todas as etapas de uma montagem. Tudo que é conceito em cena está embutido na dramaturgia organizada por seus próprios atores durante o processo e faz parte integrante da idéia primeira. O cenário é um fundo verde, um fundo de croma-key (artifício televisivo para se fazer a inserção digital de cenários no computador). Mas o cenário virtual vai se construindo não no palco, mas na cabeça do espectador. Um cenário que explora a dobra, que é vertical e horizontal ao mesmo tempo, que gira em todas as dimensões.&lt;br /&gt;Na solitude da multidão quase não há palavras; há apenas ruídos, fragmentos de discursos que se perdem à medida que nos distanciamos deles. Não é preciso falar. A verborragia que grita dentro de nós a cada impacto sofrido ao observar a inúmera quantidade de solidões que coexistem no mesmo espaço-tempo já é suficiente para significar as ações. Passagens desnuda o homem e vai até Adão e Eva para buscar entender a dimensão desta lacuna que move a existência.&lt;br /&gt;A trilha sonora de Marcela Velon e João Ferraz pontua com precisão e originalidade o barulho e o silêncio que há em cada um. O figurino de Tarsila Takahashi funde-se à idéia de praticidade proposta pela Cia para o cenário co-assinado por Márcia Breves. O espetáculo é novo, fresco, contemporâneo. O elenco (composto pelos atores da Cia: Daniel Kristensen, Gabriela Carneiro da Cunha, Gabriel Salabert, Izadora Mosso Schettert e João Marcelo Iglesias e os atores convidados Diana Behrens e Lucas Valentin) souberam utilizar a justa medida da comédia e da dor. A direção de Diego de Angeli conseguiu acompanhar a originalidade da proposta e mostrou-se muito dinâmica e coerente. Na verdade existe um pequeno momento onde se imagina que a peça alongou-se um pouco. Não que seja de fato grande: é que tudo que é bom deve deixar um gostinho na boca de quero mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Programa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PASSAGENS&lt;/strong&gt; da Pangéia cia.deteatro. O cotidiano das avenidas nas grandes cidades. Com Daniel Kristensen, Gabriel Salabert, Gabriela Carneiro da Cunha, entre outros. Dir. Diego de Angeli. (75min). Teatro do Jockey. Qua e qui, 20h. &lt;strong&gt;R$20&lt;/strong&gt;. 12 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Guia OFF&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-4924920685698969816?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/4924920685698969816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=4924920685698969816' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4924920685698969816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4924920685698969816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/10/assistido-em-09-de-outubro-isto-verde.html' title=''/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SPAb-e1xu2I/AAAAAAAAAGY/0oBnFX0Jl1U/s72-c/Passagens.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-8545385359090129585</id><published>2008-10-02T15:10:00.001-07:00</published><updated>2008-10-02T15:29:19.854-07:00</updated><title type='text'>Cordélia Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SOVIxty88oI/AAAAAAAAAGI/pFGQrF8mxso/s1600-h/CordÃ©lia+Brasil.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252684559341646466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SOVIxty88oI/AAAAAAAAAGI/pFGQrF8mxso/s320/Cord%C3%A9lia+Brasil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;assistido em 20 de setembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença entre uma coisa datada e uma coisa antiga pode parecer mera questão de tempo. Os anos 80, por exemplo, são hoje vistos como 'cafonérrimos' – época que inseriu na cultura nacional o maior número de esquisitices imaginadas. No entanto corre a possibilidade de que em 20 anos algum artigo desta época seja realmente &lt;em&gt;Cult&lt;/em&gt;, objeto de desejo e talvez até um clássico. Mas por enquanto não. Fora do circuito das festinhas Ploc os anos 80 estão ‘caidérrimos’.&lt;br /&gt;No entanto não é apenas o tempo que tem o poder de “datar” certos eventos. Às vezes um erro de direcionamento basta. Engraçado que justamente este desajuste na linha adotada em Cordélia Brasil foi o que mais contribuiu para o insucesso da nova montagem, com Maria Padilha, Cadu Fávero e George Sauma no elenco.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A montagem é de fato cheia de “érrimos” e erros. Apesar do elenco &lt;em&gt;bacanérrimo&lt;/em&gt; e do cenário psicodélico de Luiz Henrique Sá, a peça - como diria Shakespeare - faz muito barulho por nada. O texto de Antônio Bivar data de 1968. Porém a direção de Gilberto Gawronski talvez não tenha aproveitado em todas as possibilidades os recursos que ele oferece (ou será que o texto ta velho mesmo?!). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Se na época ele foi incensado e premiadíssimo, hoje talvez requeresse alguma postural teatral realmente nova para funcionar bem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Além do exagerado e infeliz tom cômico que a montagem tenta segurar, o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;que se nota é uma superficialidade exacerbada das personagens, uma falta de intenção e humanidade daquelas criaturas e uma conseqüente caricatura mal esboçada de perfis pouco críveis nos dias de hoje. Num estilo “senta que lá vem história”, a peça tem muito diálogo e pouca ação física propositada. A movimentação frenética deixa o expectador ainda mais incomodado com a velocidade narrativa das personagens que se utilizam de piadas sem graça e uma tagarelice que parece não chegar a lugar algum. Velocidade essa que parece se contrapor com um certo marasmo interior. Todos querem mudar tudo, mas nada muda. Neste panorama, inevitável que aconteça uma reação da platéia: se a montagem não propõe o público se indispõe e vai embora. Vazio. Maria Padilha, atriz brilhante, como se diria no populacho, “podia ter dormido sem essa”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foto: Divulgação/FITA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Cordélia Brasil&lt;/strong&gt;. Tragicomédia. Com Maria Padilha, Cadu Fávero e George Sauma. Direção de Gilberto Gawronski.  (90 min.) Teatro de Arena (Sesc Copacabana). Quinta a sábado, 21h; domingo, 19h30. Até 12 de outubro.&lt;strong&gt; R$ 16&lt;/strong&gt;. 14 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Veja Rio&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-8545385359090129585?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/8545385359090129585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=8545385359090129585' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8545385359090129585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8545385359090129585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/10/cordlia-brasil.html' title='Cordélia Brasil'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SOVIxty88oI/AAAAAAAAAGI/pFGQrF8mxso/s72-c/Cord%C3%A9lia+Brasil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-3246707354723135483</id><published>2008-09-09T13:39:00.000-07:00</published><updated>2008-09-11T17:08:20.861-07:00</updated><title type='text'>A Última Gravação de Krapp e Ato Sem Palavras 1</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SMbiao9JAZI/AAAAAAAAAFI/P7W6z5MnKBk/s1600-h/Britto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244127763417858450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SMbiao9JAZI/AAAAAAAAAFI/P7W6z5MnKBk/s320/Britto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 31 de Agosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A insustentável leveza do ser.&lt;/em&gt; O sentido da finitude, a incansável busca por explicações, por sentidos lógicos que nos façam descansar na certeza de que nada foi em vão. Esses tópicos todos já tinham sido abordados por Beckett muito antes da publicação do poético livro de Milan Kundera em 1968. Samuel Beckett, aliás, é mestre em comunicar ao deixar por dizer. Não é preciso discorrer aqui sobre a notória genialidade de sua obra. Mas engraçado que essa idéia em específico, essa idéia controversa de que a vida pode ser tão poética quanto banal geralmente é dos temas que mais toca o público - independente da capacidade de abstração do indivíduo em questão. Por esse e outros motivos eu tenho uma desconfiança - uma leve desconfiança só – de que não há vivente que possa sair do espetáculo de Sérgio Britto sem ser tocado pela sutiliza do subtexto desta montagem. “&lt;em&gt;A última gravação de Krapp&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Ato sem palavras 1&lt;/em&gt;” (respectivamente escritos em 1958 e 1956) é uma homenagem a resistência e a invenção do humanismo.&lt;br /&gt;Britto mostra com propriedade e minimalismo na sua interpretação o quão simples e simbólicos podem ser os gestos e atos do nosso cotidiano. Isabel Cavalcanti, marca em sua direção a assinatura de uma profissional sensata, coerente e criativa. A luz de Tomás Ribas e a Música de Tato Taborda conferem ao espetáculo um ritmo exato de ora um esgarçamento do tempo presente, ora a originalidade e fluidez de um espaço físico-temporal quase que alucinante. Show a parte a cenografia assinada por Fernando Mello da Costa, que se utiliza das transições de cena para a realização do verdadeiro espetáculo do espaço cênico proposto.&lt;br /&gt;A peça é uma caixinha para um grande brilhante. Em verdade, nada mais há a se falar. Esta é uma montagem que se basta à construção das imagens que cria no íntimo de cada espectador. Tudo mais que se possa dizer ainda não preenche a experiência que é ver a peça em si. Os 80 lugares do teatro Oi Futuro lotam para ver, homenagear e deleitar-se com o verdadeiro luxo que é a atuação vigorosa de Sérgio Britto aos seus 85 anos de vida e 63 de carreira. Imperdível&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foto: programa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;A última Gravação de Krapp e Ato sem palavras 1&lt;/strong&gt;. Teatro do Absurdo. Sergio Britto, volta ao palco para encenar, dois textos curtos do dramaturgo irlandês. No primeiro, o velho Krapp grava os acontecimentos mais marcantes do ano que passou e escuta passagens de anos anteriores, hábito cumprido por ele em todos os seus aniversários. O segundo traz um homem no deserto que persegue em vão a sombra de uma árvore e água. De Samuel Beckett. Com Sérgio Britto. Direção de Isabel Cavalcanti. (55 min.) Teatro Oi Futuro. Sex e Dom às 19h30. &lt;strong&gt;R$ 15&lt;/strong&gt;. 16 anos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fonte: Veja Rio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-3246707354723135483?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/3246707354723135483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=3246707354723135483' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3246707354723135483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3246707354723135483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/09/ltima-gravao-de-krapp-e-ato-sem.html' title='A Última Gravação de Krapp e Ato Sem Palavras 1'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SMbiao9JAZI/AAAAAAAAAFI/P7W6z5MnKBk/s72-c/Britto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-2617826623192635881</id><published>2008-08-27T13:04:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T13:15:51.483-07:00</updated><title type='text'>Cine-Teatro Limite</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SLWzsSF6_qI/AAAAAAAAAFA/A-B_azoowUE/s1600-h/img_emkt02.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239291314867732130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SLWzsSF6_qI/AAAAAAAAAFA/A-B_azoowUE/s320/img_emkt02.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 16 de agosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que quando sentei na poltrona a espera do início de Cine-Teatro Limite me bateu um medo. O nome moderninho do espetáculo se chocava com a estampa verde-desbotado de um tecido que cobre todo cenário em contraposição a uma luxuosa cortina de veludo vermelho-vivo. “Puxa, uma cortina de veludo vermelha”! – pensei com um ar nostálgico – há quanto tempo eu não vejo isso?! Ao mesmo tempo em que me invadiu a idéia de algo muito... (por que não dizer?!) passado. É justamente essa profusão de sentimentos contraditórios que cria um clima propício para a boa surpresa que é Cine-Teatro Limite. O texto de Pedro Brício (que assina a direção com Sérgio Módena) propõe justamente uma sobreposição de estilos que passam pelo musical e pelo cinema. O ar retro que se tem no início do espetáculo remete justamente a essa fase cinzenta da história que foi a segunda guerra mundial.&lt;br /&gt;O cenário de uma casa de classe média carioca é composto por pequenos móveis escuros que são deslocados pelo cenário com a ajuda de rodinhas e roldanas. Forma com que a direção de arte de Rui Cortez pontua a fragilidade de um cotidiano onde não há espaço para sonhar. Por trás de uma rotina ordinária e sem perspectivas, as personagens escondem turbilhões de emoções e sentimentos reprimidos pela guerra, pela sociedade, por elas mesmas.&lt;br /&gt;Há que se citar aqui cada um dos atores que compõe este elenco brilhantemente escalado: Rodrigo Pandolfo vive Sábato, um rapaz que sonha em ser roteirista de cinema e tem sua vida invadida pela própria trama que escreve. Além dos próprios membros de sua família que assumem a personalidade de personagens do seu roteiro, ele conta ainda com a presença de um amigo imaginário que é na realidade a imagem de um famoso ator da época com o qual Sábato pretende trabalhar. Totorito (vivido por Celso André) é o condutor desta incrível história e também um expoente das artes cênicas na época. Além de ser amigo imaginário de Sábado, lógico.&lt;br /&gt;Erica Mignon, no papel de uma mãe de família que abandonou o sonho de ser vedete para dedicar-se ao lar evidencia com muita inteligência e sutileza o cansaço e o desgosto pela vida. Isaac Bernat está ótimo no papel do pai (que vislumbra a frustração dos sonhos de uma vida mais confortável) e posteriormente está ainda melhor como o Salsicheiro Nazista do roteiro de “Deu o breque em Berlim”. Alex Pinheiro, divertidíssimo, no papel da empregada Nancy – retrata uma realidade vivida até hoje pelas domésticas que se fundem ao cotidiano do lar onde trabalham e sonham com uma vida melhor. Gustavo Wabner (Valentino), Keli Freitas (Sarah) e Álvaro Diniz (Policial) também tem atuações precisas. A Iluminação de Tomás Ribas e a Direção Musical de Marcelo Afonso Neves se fundem com harmonia ao figurino e cenário, compondo um espetáculo uno, onde os detalhes como a coreografia dos números musicais de Alan Rezende é impecável. Cine-Teatro Limite é visivelmente uma obra coletiva, um trabalho onde o grupo se junta em favor de todos e do todo, em prol da qualidade. Uma pena a temporada carioca ser tão curta. Espetáculos do nível são sempre bem-vindos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Foto:&lt;/strong&gt; Divulgação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Cine-teatro Limite&lt;/strong&gt;. Comédia. Depois de ganhar o Prêmio Shell na categoria melhor autor por A Incrível Confeitaria do Sr. Pellica, Brício monta seu terceiro texto, uma comédia dramática que se passa no Rio, à época da II Guerra Mundial. O comediógrafo desempregado Sábato escreve o roteiro de um filme - uma comédia musical - para fugir do fracasso da sua realidade. Com Érica Migon, Isaac Bernat, Rodrigo Pandolfo, Celso André, Alex Pinheiro, Gustavo Wabner, Keli Freitas e Álvaro Diniz. de Pedro Brício. Direção: Pedro Brício e Sérgio Módena. (100 min.) 12 anos.Temporada encerrada na capital do Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fonte: Veja Rio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-2617826623192635881?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/2617826623192635881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=2617826623192635881' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/2617826623192635881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/2617826623192635881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/08/cine-teatro-limite.html' title='Cine-Teatro Limite'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SLWzsSF6_qI/AAAAAAAAAFA/A-B_azoowUE/s72-c/img_emkt02.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-1435545659933384949</id><published>2008-08-14T14:26:00.000-07:00</published><updated>2008-08-14T14:47:21.189-07:00</updated><title type='text'>Realidade Virtual</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SKSnv07OefI/AAAAAAAAAE4/bBPitg-aR2g/s1600-h/alan_arkin.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5234493107014105586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SKSnv07OefI/AAAAAAAAAE4/bBPitg-aR2g/s320/alan_arkin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 13 de agosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gosto do Teatro do Centro Cultural Justiça Federal. Sempre que vou lá tenho a impressão de que “os deuses do teatro não visitam àquele lugar”. É uma mística boba, na realidade, mas justificada pelo fato do espaço parecer-se mais com um auditório do que com um teatro propriamente dito. Também acho o espaço do palco demasiadamente pequeno para algumas produções que já vi montadas ali. Mas no caso de Realidade Virtual (em cartaz até meados de setembro) o pequeno espaço chega até a ajudar a montagem.&lt;br /&gt;Com um cenário e uma iluminação que poderiam bem ser chamados de “crus”, o espaço cênico fica muitíssimo bem aproveitado a despeito da perigosa opção dos atores Claudio Mendes e Marianna Mac Niven de dirigirem a si próprios. A cenografia de Carlos Alberto Nunes aproveitou quase que exclusivamente os elementos do próprio teatro para ambientar esse lugar impessoal e frio onde dos “agentes secretos” Canhoto e Derecha aguardam por um carregamento de caixotes para uma missão. A iluminação assinada por Renato Machado também se envolve na impessoalidade de um Galpão e coloca uma luz fria e direta sobre todo o ambiente.&lt;br /&gt;O diretor de corpo, gesto e movimento Josué Soares ‘entrou em cena’ para fazer pequenas interferências na movimentação dos atores que se ocupam de fazer uma checagem virtual de objetos que eles esperam receber, mas que não fazem idéia do que sejam. Embora Mendes se saia melhor em sua performance com um personagem mais despojado, focando-se primordialmente nas ações da cena que na caracterização de um sujeito específico, Marianna trás em seu contraponto uma figura extremamente caricata, mas que remete ao estilo burocrático de sua personagem.&lt;br /&gt;O texto do norte-americano Alan Arkin (que atuou em Pequena Miss Sunshine) faz piada com o fato dos personagens representarem respectivamente o lado esquerdo e direito do cérebro. “Canhoto” é um cara extremamente racional e prático enquanto que sua parceira - embora queira se imbuir de uma aura mais centrada - é completamente emotiva. O texto tem ares de nonsense que beiram quase ao absurdo, porém com um subtexto leve e sutil. Não chega a ser exatamente uma comédia, embora te coloque pra rir diversas vezes do ridículo de determinadas situações que vão ficando cada vez mais divertidas à medida que as personagens embarcam em seu auto-sugerido universo potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Octavio Mac Niven.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Realidade Virtual&lt;/strong&gt;. Comédia. Dois Funcionários, embora não se conheçam, são contratados para realizar juntos uma missão que sequer sabem qual é. de Alain Arkin. Direção e atuação Cláudio Mendes e Marianna Mac Niven. (60 min.) Centro Cultural da Justiça Federal. Ter e Qua às 19hs. &lt;strong&gt;R$ 20&lt;/strong&gt;. 16 anos.&lt;br /&gt;Fonte: Guia Off&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-1435545659933384949?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/1435545659933384949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=1435545659933384949' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1435545659933384949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1435545659933384949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/08/realidade-virtual.html' title='Realidade Virtual'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SKSnv07OefI/AAAAAAAAAE4/bBPitg-aR2g/s72-c/alan_arkin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-191839198059488279</id><published>2008-08-07T13:45:00.000-07:00</published><updated>2008-08-09T19:22:57.114-07:00</updated><title type='text'>O que eu gostaria de dizer</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SJtiHdmvw9I/AAAAAAAAAEQ/DsLi08B2smw/s1600-h/O+que+eu+gostaria+de+dizer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5231883272466711506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SJtiHdmvw9I/AAAAAAAAAEQ/DsLi08B2smw/s320/O+que+eu+gostaria+de+dizer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 24 de Julho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Eu estou sempre repetindo as mesmas coisas” – a frase com que Luis Melo termina o espetáculo é o grande ponto de perspectiva desta peça contemporânea, intimista, reflexiva e necessária ao discurso filosófico atual. &lt;em&gt;O que eu gostaria de dizer&lt;/em&gt; é uma viagem ao afeto coletivo das relações humanas composto por textos elaborados pelo próprio grupo a partir de um processo colaborativo com referências a poemas do livro “O homem ou é tonto ou é mulher” de Gonçalo M. Tavares. Interessante por demais observar a dificuldade humana de externar seus sentimentos e racionalizar as emoções. Márcio Vito, brilhantemente no papel de um homem casado às vias de se separar é alguém que fala compulsivamente sem dizer nada. Não que necessariamente tenha nada a dizer – na realidade seu subtexto lhe atormenta de tal maneira que não é capaz de enxergá-lo. O ator deixa isto claro com muita habilidade e bom humor. No papel de sua mulher, Bianca Ramoneda não se sai tão bem, talvez por ter infantilizado demasiadamente a figura da esposa que tenta desesperadamente falar sem que alguém a ouça. Melo, no contraponto da cena, é um homem velho, cansado e sozinho. Ele é um homem universal, tal como este casal é um casal universal. No entanto, ele pode ter sido àquele homem jovem, como pode ter sido todos os homens. Há que se destacar aqui a incrível habilidade que Melo tem para se utilizar a linguagem falada. Ele é definitivamente um ator do verbo.&lt;br /&gt;O cenário assinado por Fernando Marés se destaca pela simplicidade e eficiência com que coloca 3 unidades espaciais em cena, representando talvez a individualidade de cada um dos personagens. Esculturas metálicas em forma de blocos verticalmente retangulares delimitam um espaço de ação que é identificado como “espaço” de onde os atores contam a história daquelas relações. Melo se encontra na saleta de uma casa ou apartamento onde divide seu espaço com uma poltrona, uma mesinha e um rádio. Vito está num lugar vazio, talvez num quarto ainda não mobiliado daquele jovem casal onde se ocupa de um barquinho a vela de madeira e uma banqueta – numa alusão a aridez de sua personagem. Bianca está numa espécie de escritório composto de um banquinho, uma luminária e uma mesa formada por diversas malas empilhadas. Ali, ela escreve cartas de partida. Mas não parte, pois já deu as malas uma outra utilidade. Ela quer partir. Mas mais que isso, ela quer mudança. A iluminação (assinada por Nadja Naira) e a direção musical (de Pedro Luis com trilha dele e de Antônio Saraiva) nos levam a um lugar de suspensão do tempo, de nostalgia e intimismo. Embora um pouco inadequada para o espaço de arena, a Direção de Marcio Abreu consegue resgatar a cumplicidade do ‘momento’ do teatro. Ele trás uma simplicidade interpretativa orgânica – fazendo com que o espetáculo fique suave, divertido até – e traz uma certa poesia da vida cotidiana. “Não há melhor lugar para estar do que estar contente” – Com esta frase, extraída do poema de Gonçalo, Melo abre o espetáculo. E você sai ‘contente’ com o resultado do processo. No entanto, não há como sair da peça sem pensar: Há tantas coisas que eu gostaria de dizer; mas estou sempre repetindo as mesmas coisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Foto: Programa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;O que eu gostaria de dizer&lt;/strong&gt;. Baseado em poemas do livro "O homem ou é tonto ou é mulher" de Gonçalo. Textos do Grupo. Direção de Marcos Abreu. Com Bianca Ramoneda, Luis Melo e Márcio Vito. (75 min.) Teatro SESC Copacabana (Arena). Qui-Sáb às 21h, Dom às 19h30. &lt;strong&gt;R$ 16&lt;/strong&gt;. 12 anos. até 03 de Agosto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Fonte: Divulgação Cultural&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-191839198059488279?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/191839198059488279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=191839198059488279' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/191839198059488279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/191839198059488279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/08/o-que-eu-gostaria-de-dizer.html' title='O que eu gostaria de dizer'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SJtiHdmvw9I/AAAAAAAAAEQ/DsLi08B2smw/s72-c/O+que+eu+gostaria+de+dizer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-3660956923647812313</id><published>2008-07-22T12:11:00.001-07:00</published><updated>2008-12-10T06:15:27.647-08:00</updated><title type='text'>A Descoberta das Américas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SIYxGGOs5uI/AAAAAAAAADQ/es3Yas1qSZ4/s1600-h/julioadriao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225918398431291106" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SIYxGGOs5uI/AAAAAAAAADQ/es3Yas1qSZ4/s320/julioadriao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 20 de julho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava pensando em deixar um espaço em branco aqui nesta crítica, mas acho que o Blogger não permite esse tipo de formatação. To sem palavras. Já haviam me falado muito da Descoberta e via de regra, quando ouve-se muito a respeito de determinado espetáculo a impressão que se tem geralmente não supera a expectativa. Mas Julio Adrião realmente superou. O ator consegue, utilizando apenas os recursos do próprio corpo inserir-nos num universo divertidíssimo onde mil acontecimentos tornam a vida de um charlatão Italiano uma verdadeira aventura tupiniquim.&lt;br /&gt;Escuridão total. Insuflando o vento que bate nos veleiros de uma Nau em partida, o ator consegue uma cumplicidade com o público desde o primeiro momento. Quando as luzes se acendem, o italiano ainda está em terra firme, mas o público já embarcou.  Começa aí uma viagem que é facilmente entendida pela platéia, que ri freneticamente não só dos apuros deste anti-herói, mas das divertidíssimas convenções que o ator estabelece para fazer-se entender. Johan Padan, seu personagem, é um viajante bem ao tom daqueles ‘descobridores’ que chegaram ao Brasil em 1500. Ele é um espertalhão ingênuo que vai ao sabor do vento apanhando e tirando vantagem das oportunidades que subitamente aparecem em sua frente.&lt;br /&gt;Julio tem um timming fantástico e sabe jogar com a platéia respeitando não só o tempo da comicidade mais também o tempo de resposta das pessoas que estão assistindo. O preparo físico do ator é igualmente invejável, haja vista que o espetáculo demanda muito não só de um bom condicionamento cardio-respiratório como também de um preparo físico exaustivo para enfrentar a mais de uma hora e meia de espetáculo.&lt;br /&gt;Há que se fazer um parêntese aqui para a também brilhante direção de Alessandra Vannucci, que colocou dinâmica e ritmo no espaço cênico, aproveitando muito bem a semi-arena em que o espetáculo se apresenta - agora em cartaz no Teatro Maria Clara Machado. O texto apesar de engraçadíssimo é uma bobagem, um pretexto pra fazer teatro divertido e de boa qualidade. Em alguns momentos, é possível remeter-se ao teatro de rua, a comédia dell´arte italiana ou a alguma coisa mais popular e ingênua.&lt;br /&gt; O espetáculo ganhou o prêmio Shell em 2005 e está ainda hoje atual e fresco. Uma pena que o projeto repertório do teatro Maria Clara Machado está ainda confuso na cabeça das pessoas (com datas que mudam a cada mês). Entretanto, como disse o próprio Julio ao final da apresentação, ‘teatro é essa coisa maravilhosa que ninguém marca, mas todo mundo aparece’. Mas chegue cedo, porque lota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Astier Basílio/Divulgação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A descoberta das Américas&lt;/strong&gt;. História da descoberta das Américas inspirada em fatos reais que ocorreram na Flórida. Texto Dario Fo. Tradução e adaptação de Alessandra Vannucci e Julio Adrião. Direção de Alessandra Vannucci. Com Julio Adrião. (105 min.) Teatro Maria Clara Machado (Planetário). Temporada de repertório (consultar programação volante do Teatro) às 21h. &lt;strong&gt;R$ 30&lt;/strong&gt;. 14 anos.Fonte: Secretaria das Culturas/ Prefeitura do Rio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-3660956923647812313?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/3660956923647812313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=3660956923647812313' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3660956923647812313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/3660956923647812313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/07/descoberta-das-amricas.html' title='A Descoberta das Américas'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SIYxGGOs5uI/AAAAAAAAADQ/es3Yas1qSZ4/s72-c/julioadriao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-7036616952939049428</id><published>2008-07-18T11:33:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T06:15:27.970-08:00</updated><title type='text'>Sobre ética, prática e cultura social.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SIDid-3kGwI/AAAAAAAAADI/WP8h2jO3acc/s1600-h/1aetica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224424572469910274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SIDid-3kGwI/AAAAAAAAADI/WP8h2jO3acc/s320/1aetica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Frequentemente as pessoas vêm me perguntar por que não escrevo sobre tais e tais espetáculos – haja vista que assisto muito mais espetáculos do que são publicadas críticas neste sítio. É simples. Não escrevo sobre espetáculos os quais sou convidada a assistir. Esta pode ser uma política incrivelmente difícil de entender para um sem-número de iniciados à prática do ‘jeitinho-brasileiro’. Ocorre que quando você recebe um convite (leia-se: entra sem pagar) você é colocado numa situação de camaradagem que, espera-se, deva ser via de mão dupla. Não é uma regra obrigatória, mas algo que fica subentendido.&lt;br /&gt;Sou jornalista, mas não sou funcionária de nenhum jornal. Faço freela. As coisas que eu escrevo estão sob as rédeas da minha própria política institucional. Eu quero e defendo o meu direito de expressão com certa imparcialidade (uma parcialidade que só pende aos meus achismos – uma vez que nunca se consegue ser cem por cento imparcial). Quando eu vou escrever uma crítica, quero que o leitor que me consulta, seja no site, seja no jornal, possa ter a real impressão daquilo que eu vi e do que pude elaborar em cima daquele evento. Até por isso, minhas críticas teatrais começam com “assistido em tal data”. Começam assim porque cada espetáculo é único e cada dia somos capazes de ter uma percepção diferente. Sou honesta com o leitor: assisti nesse dia e achei isso. Se tivesse assistido um dia antes ou depois talvez pudesse achar coisa diferente.&lt;br /&gt;Voltando à camaradagem, não quero que ninguém me cobre nada. Mais ainda, não quero que ninguém fique pensando que falei bem deste porque é meu amigo, mal daquele com quem não me dou muito bem. Falo mal de todo mundo – e bem de quem eu achar que merece. Aliás, quero que falem mal de mim também. Quero mesmo. O elogio só afrouxa a integridade. Seda as pessoas. Apenas a crítica negativa te abre os olhos e faz crescer. É claro que tem coisas que de tão ruins nem merecem ser criticadas – mas este é um outro assunto. Para ser mal falado também é necessário algum mérito. Talvez alguns não entendam muito bem essa conduta. Fodam-se. Não to aqui pra agradar todo mundo mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-7036616952939049428?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/7036616952939049428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=7036616952939049428' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/7036616952939049428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/7036616952939049428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/07/sobre-tica-prtica-e-cultura-social.html' title='Sobre ética, prática e cultura social.'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SIDid-3kGwI/AAAAAAAAADI/WP8h2jO3acc/s72-c/1aetica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-4202433976742438291</id><published>2008-07-10T08:57:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T06:15:28.704-08:00</updated><title type='text'>Água de Beber</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SHYyBCjpsMI/AAAAAAAAADA/ll5dFSZNqYQ/s1600-h/Capoeira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221415811430330562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SHYyBCjpsMI/AAAAAAAAADA/ll5dFSZNqYQ/s320/Capoeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 06 de Julho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O que é capoeira?! Bom, essa é a pergunta que o elenco de Água de Beber faz a todo instante ao seu público. O espetáculo dirigido por Cláudio Baltar (Intrépida Trupe) promove não só um resgate histórico como também um questionamento filosófico sobre uma cultura afro-brasileira das mais presentes nesse país. O texto, na realidade, é mais uma colagem, uma sobreposição de aspectos presentes nesse meio extraídos de entrevistas com estudiosos e mestres de Capoeira. O apoio nas pesquisas do antropólogo Bernardo Conde, da Neurologista Rosali Correia e do Livro ‘SANTAGURI’ de Muniz Sodré ajudaram a trazer uma ampla visão sobre a arte da capoeiragem e sua trajetória ao longo da história.&lt;br /&gt;O elenco, afinadíssimo com a arte, surpreendia a todo instante não só com a habilidade de jogo, mas também com o preparo para jogar e dar o texto sem grande sacrifício. Estes mesmos atores tocavam percussão, jogavam e encenavam diversos papéis para mostrar a história de uma tradição que “sobreviveu porque se deixou morrer” – como bem foi dito no texto. Uma mistura bem arranjada de diferentes estilos musicais trouxe para cena o potencial e a flexibilidade da capoeira. “A capoeira é (...) uma arte que se transforma e se molda como a água, de acordo com o contexto que se vive no espaço e no tempo do ritual de uma roda de capoeira” – como bem colocou Baltar em entrevista ao site portalcapoeira.com.&lt;br /&gt;Desde a luta dos escravos, passando por analogias diversas e trazendo com muita irreverência na utilização de máscaras animalescas que contaram com a preparação de Fabianna Melo e Souza o elenco conseguiu trazer risos e reflexão. As belíssimas projeções de natureza produzidas por Brígida Baltar em determinados momentos realmente nos transportavam para uma sensação de liberdade, de ar puro, de força... de capoeira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foto:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://mnemoteca.blogspot.com/2007/11/fotografia-gua-de-beber.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://mnemoteca.blogspot.com/2007/11/fotografia-gua-de-beber.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Água de Beber&lt;/strong&gt;. Roteiro e Direção: Cláudio Baltar Com Rodrigo dos Santos; Sérgio Cebolla; Fábio Leão Pequeno; Davi Mico Preto; Fábio Negret; Charles Rosa (55 minutos) Sesc Tijuca. Sex a Dom, 20hs. Até 06 de Julho R$ 12,00.&lt;br /&gt;Fonte: Portal Capoeira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-4202433976742438291?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/4202433976742438291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=4202433976742438291' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4202433976742438291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4202433976742438291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/07/gua-de-beber.html' title='Água de Beber'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SHYyBCjpsMI/AAAAAAAAADA/ll5dFSZNqYQ/s72-c/Capoeira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-2311343174710553940</id><published>2008-06-24T16:19:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T06:15:28.891-08:00</updated><title type='text'>Os Especialistas - guardiões da América</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SGGG5pQC7DI/AAAAAAAAACw/UkeCg8bKCl0/s1600-h/Os+especialistas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215598168355564594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SGGG5pQC7DI/AAAAAAAAACw/UkeCg8bKCl0/s320/Os+especialistas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 22 de Junho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou uma tosca. E sinceramente, tenho orgulho disso. Diogo Mainardi é meu verdadeiro pai. Às vezes leio algumas críticas de colegas com relação à espetáculos sobre os quais estou escrevendo e me surpreendo pensando se essas pessoas de fato assistiram a peça da qual estão falando. Teorizam sobre o assunto lindamente, embasando-se em famosos teóricos da comunicação para abordar aspectos abstratos do espetáculo. E me pergunto também que função teria uma idéia que na prática não funciona. Respondo: uma idéia que teoricamente é boa é só uma teoria. Não serve de nada. Meu pai (biológico) sempre diz: “na prática a teoria é outra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção do espetáculo "Os Especialistas" quis inovar com mais uma proposta que seguisse a ‘linha humanista’ que já vinha sendo adotada pelo grupo. Engraçado ver como tentar fazer uma coisa nova possa ser uma idéia tão batida. Tentar fazer o novo com idéias velhas tem sempre um resultado capenga. É uma lei do marketing. O novo de verdade esconde muito bem suas origens. Tem sempre um frescor jovial. Porém não há nada que me soe mais velho que essa palavra. Talvez seja uma boa definição: Os especialistas é um espetáculo Jovial; ou seja: trás uma resolução velha pra tratar de um assunto novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia inicial de abordar os estratagemas bélicos americanos ante o problema da “guerra contra o terrorismo” é um tema que já nos parece bem distante, frente às nossas próprias dificuldades e problemas nacionais. E o espetáculo fica lá, no “estrangeiro”. Ele não faz essa ponte para o nosso cotidiano. A idéia do texto é boba e batida: qualquer engajadinho político de plantão é capaz de concluir por si só que o problema da guerra é a necessidade de se fazer guerra. O celebrado texto de Adriano Shaplin não provoca, não revela. Acredito que não seja um problema de tradução, como apontaram alguns. É um texto 'sem mais o que' mesmo.&lt;br /&gt;Há que se reconhecer, claro, o imenso esforço do elenco em tentar encarnar estes oficiais tão complexos e perpassados de interesses escusos, com destaque para o trabalho de Augusto Zacchi (no papel do Tenente Freud) e Taciana Barros (Tenente Stein). Porém é dever da direção (assinada por Bárbara Bruno) apontar o vento para que as velas se coloquem em posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o texto realmente quis passar alguma coisa além do que foi exposto de maneira banal a direção não deixou. Ela não te leva a esse lugar onde o pensamento flui de maneira clara, fazendo as analogias que te conduzem a ver os acontecimentos em cena como algo mais. De soluções teatrais, pouco se viu. A montagem é um filme hollywoodiano. E sendo assim, assista um filme com Tom Berenger que é melhor. Eu recomendaria Platoon. É uma pena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foto: Programa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Os especialistas – Guardiões da América. &lt;/strong&gt;Quatro fuzileiros navais americanos são encarregados de assassinarem um líder do Oriente Médio. Texto: Adriano Shaplin. Tradução: Arnaldo Marques. Direção de Bárbara Bruno. Com Augusto Zacchi, Gustavo Rodrigues , Vinicius Vommaro e Taciane Barros. (80 minutos) Centro Cultural Justiça Federal. Qui a Dom, 19h. Até 29 de Junho &lt;strong&gt;R$ 20,00&lt;/strong&gt;. 16 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Fonte: Tribuna on line&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-2311343174710553940?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/2311343174710553940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=2311343174710553940' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/2311343174710553940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/2311343174710553940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/06/os-especialistas-guardies-da-amrica.html' title='Os Especialistas - guardiões da América'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SGGG5pQC7DI/AAAAAAAAACw/UkeCg8bKCl0/s72-c/Os+especialistas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-4685353171896539527</id><published>2008-06-09T08:04:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T06:15:29.325-08:00</updated><title type='text'>A mulher que escreveu a Bíblia</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SE1G6wpaYlI/AAAAAAAAACI/gEk451wiLJY/s1600-h/biblia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209898319242486354" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SE1G6wpaYlI/AAAAAAAAACI/gEk451wiLJY/s320/biblia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assistido em 05 de Julho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você convidar alguém que não seja freqüentador assíduo de espetáculos teatrais para assistir A Mulher que escreveu a Bíblia, poderá facilmente ouvir a frase: “Monólogo é um saco. A pessoa senta numa cadeirinha e fica lá, falando o tempo todo...”. Pois é, se você for um desses desavisados, esqueça a cadeirinha. A ‘tri atleta’ em forma de atriz Inez Vianna não deixa o público bocejar um segundo sequer em seu espetáculo – indicado ao prêmio Shell 2008 de melhor atriz e melhor iluminação. No papel da &lt;em&gt;Feia&lt;/em&gt;, Inez apropria-se de um repertório corporal maravilhoso para trazer graça e ritmo à história de uma das 700 mulheres do Rei Salomão. Ela - que acabara conhecendo o ofício da escrita devido a sua feiúra - (rejeitada sexualmente por Salomão) é designada a escrever um texto que imortalizasse o monarca, difundindo seu nome de geração em geração. A &lt;em&gt;Feia&lt;/em&gt; então parte para a divertida empreitada de escrever a Bíblia.&lt;br /&gt;O texto é muitíssimo bem adaptado para o teatro. O cenário resume-se a apenas uma rocha de onde a atriz começa a contar a sua jornada por terapeutas de vidas passadas. A iluminação transforma-se em peça fundamental para que as mudanças de ambiente sejam bem compreendidas. A peça é uma comédia finamente costurada. Ela vai ganhando e encantando o público a cada pequena situação graças a versatilidade da atriz que arranca gargalhadas sinceras da platéia em situações das mais infames. Adaptação de livro homônimo de Moacyr Scliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Divulgação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;A mulher que escreveu a Bíblia&lt;/strong&gt;. Indicada ao Prêmio Shell de melhor atriz e melhor iluminação. Num monólogo temperado com muita imaginação e humor a atriz encarna a personagem A Feia. Uma mulher contemporânea conta que - com a ajuda de um ex-historiador que virou terapeuta de vidas passadas - descobriu que no século X antes de Cristo foi uma das 700 esposas do Rei Salomão, a mais feia de todas, mas a única com habilidade de escrever. Encantado com esse dote inusitado, o soberano lhe dá a missão de escrever a História da humanidade. Texto Moacyr Scliar adaptado por Thereza Falcão. Direção de Guilherme Piva. Com Inez Viana. (80 min.) Teatro dos Quatro. Terça e quarta-feira são às 21h30, e de quinta-feira, 17h até 26 de junho. &lt;strong&gt;R$ 40&lt;/strong&gt; todos os dias. 16 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fonte: Agência O Globo e Guia Off&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-4685353171896539527?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/4685353171896539527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=4685353171896539527' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4685353171896539527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4685353171896539527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/06/mulher-que-escreveu-bblia.html' title='A mulher que escreveu a Bíblia'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SE1G6wpaYlI/AAAAAAAAACI/gEk451wiLJY/s72-c/biblia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-8196681655263572347</id><published>2008-05-20T13:11:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T06:15:29.538-08:00</updated><title type='text'>Drama Diário</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.dramadiario.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202555569018387314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SDMwuceSO3I/AAAAAAAAABQ/1BeWGrvY288/s320/selo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Aconteceu ontem na &lt;strong&gt;Casa da Gávea&lt;/strong&gt; o lançamento oficial do site "&lt;strong&gt;Drama Diário&lt;/strong&gt;" - uma iniciativa de sete jovens autores teatrais cariocas. A idéia é ter todo dia uma cena, uma esquete diferente sobre um tema que muda a cada semana. Os autores se revezam sistemáticamente nos dias da semaninha. Uma iniciativa audaciosa e otimista em prol da &lt;strong&gt;dramaturgia contemporânea&lt;/strong&gt;. Ficaremos de olho. Esta semana, ao que me parece o tema será "idéia-fixa" ou algo do gênero. Porém aqui neste blog o tema da semana é um pouco diferente. O tema desta semana é: "não teremos crítica". Estou doente e este é o meu "drama diário" da semana. Desculpem-me os leitores mas não posso sair de casa. Em breve voltarei com novas críticas. Voltem sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-8196681655263572347?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/8196681655263572347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=8196681655263572347' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8196681655263572347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/8196681655263572347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/05/drama-dirio.html' title='Drama Diário'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SDMwuceSO3I/AAAAAAAAABQ/1BeWGrvY288/s72-c/selo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-799013499552155339</id><published>2008-05-07T16:42:00.000-07:00</published><updated>2011-06-12T12:28:54.796-07:00</updated><title type='text'>Mamãe não pode saber</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SCI-3AS7FoI/AAAAAAAAABI/bUjIjj29CDk/s1600-h/mamae+nao+pode+saber(resoluÃ§Ã£o+menor).jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; FLOAT: left; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197786034632070786" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SCI-3AS7FoI/AAAAAAAAABI/bUjIjj29CDk/s320/mamae+nao+pode+saber(resolu%C3%A7%C3%A3o+menor).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;assistido em 03 de Maio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar bem de espetáculo não é uma coisa que enalteça a imagem de um crítico. Em geral, as pessoas procuram as críticas teatrais para ver o veneno escorrer. Mas no caso dos Surtados, não há muito que se possa fazer nesse sentido. Eles fazem o trabalho direitinho. E quando eu falo em “fazer o trabalho direitinho” não significa que seja um comentário pejorativo. Atualmente o que se tem visto por aí são um sem-número de comédias truncadas, em que direção e elenco não entenderam a proposta, não souberam ousar, etc, etc,etc.&lt;br /&gt;O grupo mostrou que tem unidade em seu trabalho e que está trilhando com bons passos uma carreira sólida e de sucessos. Quem assistiu &lt;em&gt;O Surto&lt;/em&gt; inevitavelmente comenta ao final de &lt;em&gt;Mamãe não pode saber&lt;/em&gt; que embora os atores tenham mostrado mais técnica e segurança que &lt;em&gt;O Surto&lt;/em&gt; foi bem melhor. Porém antes de tecer esta observação, estas mesmas pessoas riem horrores durante o espetáculo. Até mesmo nos cerca de três minutos de &lt;em&gt;black out&lt;/em&gt; total, quando se ouvem somente as vozes das personagens.&lt;br /&gt;O texto de João Falcão é uma grande deixa para que os atores possam deitar e rolar de tanto fazer graça, mas tem lá seus méritos. Ele consegue criar a expectativa necessária para que o humor funcione ao mesmo tempo em que ganha ritmo – o que segura o público no suspense da trama. A direção do próprio Falcão também é excelente (E aqui abro um parêntese para salientar que na maioria das vezes texto e direção da mesma pessoa são duas coisas que não funcionam bem juntas. Mais um ponto para Falcão).&lt;br /&gt;O elenco afinadíssimo se reveza em vários personagens, à exceção de Thaís Lopes – que segura bem a trama do começo ao fim no mesmo papel. O convidado da companhia, Leonardo Miranda, mostrou grande entrosamento com o grupo e tem potencial para permanecer nas próximas produções. Wendell Bendelack revive a personagem Priscila criada por Falcão (e até vivida Lázaro Ramos em Sexo Frágil - lembra?) – o que não é exatamente bom nem ruim – embora a prótese dentária usada pelo ator prejudique bastante o entendimento das falas, talvez até propositalmente. Rodrigo Fagundes está impagável e Flávia Guedes se sai muito bem na média de suas interpretações.&lt;br /&gt;De resto, figurino, luz, som e cenário mais que adequados para uma boa apresentação, com destaque para os cubículos que se transformam em portas para ambientar a casa onde ocorre o assassinato. A exceção de uma intenção desnecessária de lembrar ao público o óbvio (olha gente, estamos fazendo teatro...) o espetáculo é redondo. Talvez não tenha uma vida tão longeva quanto O Surto, mas pode-se recomendar sem medo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foto: programa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Serviço:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Mamãe não pode saber&lt;/strong&gt;.Depois do sucesso SURTO, vem aí mais uma aposta da Cia. OS SURTADOS: eles agora são dirigidos por João Falcão. O grupo conta a história de uma família decadente que engana sua matriarca para manter seu sustento, e se desespera ao saber de seu inesperado retorno. Texto e direção João Falcão. Com Rodrigo Fagundes, Thaís Lopes, Flávia Guedes, Wendell Bendelack. Ator convidado - Leonardo Miranda. (80 min.) Teatro Miguel Falabela. qui-dom até 1º de junho. Preços e horários a confirmar no Norte Shopping. 12 anos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-799013499552155339?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/799013499552155339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=799013499552155339' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/799013499552155339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/799013499552155339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/05/mame-no-pode-saber.html' title='Mamãe não pode saber'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SCI-3AS7FoI/AAAAAAAAABI/bUjIjj29CDk/s72-c/mamae+nao+pode+saber(resolu%C3%A7%C3%A3o+menor).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-4874317920953820981</id><published>2008-04-30T13:27:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T06:15:29.962-08:00</updated><title type='text'>O Dragão</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjhBnT7YeI/AAAAAAAAAAw/vt3s80DvWTc/s1600-h/O+dragÃ£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195149588020552162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjhBnT7YeI/AAAAAAAAAAw/vt3s80DvWTc/s320/O+drag%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;espetáculo assistido em 21 de março&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assim como bem colocou Bárbara Heliodora em sua crítica a Cartas de Rodez (espetáculo do grupo Amok de 1998) obrigo-me a dizer que O Dragão “é teatro no que ele faz de melhor: por intermédio de uma rica experiência estética, nos ensina (latu sensu) um pouco mais a respeito de comportamentos humanos e conduz à reflexão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esta definição Bárbara resumiu não apenas este espetáculo, mas toda uma linha de trabalho deste grupo. O Dragão sustenta-se em tristes relatos de pessoas que tiveram suas vidas atravessadas pelo conflito entre Israelenses e Palestinos. Concentrando sua direção em ator-texto, Ana Teixeira ajudada pela primorosa interpretação dos atores Stéphane Brodt e Fabianna de Mello e Souza faz com que o público não tome partido (como o próprio texto sugere), mas apenas entenda o sofrimento das famílias dois lados.&lt;br /&gt;O minimalismo na precisão dos detalhes e dos gestos ajuda o leigo a imergir numa dimensão de pensamento oriental. Com isto melhor compreende-se este drama - retrato de uma realidade - baseado num longo processo de pesquisa do grupo Amok Teatro. E mesmo com todo o realismo empregado na montagem, os olhares do espetáculo não deixam de se voltar com demasiada atenção para o trabalho do ator em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima de comoção que toma conta da maioria dos espectadores que compareceram ao Sesc Copacabana é um reflexo de como propostas pouco usuais podem surtir o efeito certo quando bem aplicadas. O espetáculo explora divinamente os tempos de ação real – promovendo uma sensação de suspensão do tempo. É como se aquele pequeno momento de pausa ajudasse a te transportar para um determinado clima e ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A simplicidade e o funcionalismo do cenário criado pela própria Ana Teixeira traziam ainda a idéia de que as disputas na região somente poderão ser resolvidas através de um trabalho de cooperação – uma vez que os atores em cena precisaram trabalhar em parceria para operar as mudanças de cena e luz (esta última assinada por Renato Machado). As músicas seqüenciadas de Carlos Bernardo tocadas em instrumentos típicos como Alaúde, Darkuba, Bohdran e Viola de Gamba durante todo o espetáculo trazem uma idéia de continuidade, de uma história em que não se vê o começo nem o fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dragão nos transporta para outra dimensão – o que inevitavelmente trás questionamentos sobre nosso próprio terrorismo particular. A grandiosidade e a beleza da proposta vistas em cena clamam por uma reflexão na saída do teatro – onde jovens e crianças dormem nas calçadas disputando papelões e jornais antigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foto: programa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Serviço:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O Dragão. Inspirados pelas comemorações dos 60 anos da criação do Estado de Israel, os fundadores da companhia, e , apresentam essa peça que trata do conflito entre palestinos e israelenses. Dir: Ana Teixeira Com: Stéphane Brodt, Carlos Bernardo, Fabiana de Melllo e Souza. (80min.) Sesc Copacabana. Qui a sáb, 21h; dom, 20h. Até 18 de maio. Preços populares. 16 anos&lt;/span&gt;&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/teatros/23445/espaco-sesc"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Fonte: VEJA Rio&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-4874317920953820981?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/4874317920953820981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=4874317920953820981' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4874317920953820981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/4874317920953820981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/04/o-drago.html' title='O Dragão'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjhBnT7YeI/AAAAAAAAAAw/vt3s80DvWTc/s72-c/O+drag%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-6936208455149444775</id><published>2008-04-30T13:12:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T06:15:30.160-08:00</updated><title type='text'>Otelo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjm9nT7YfI/AAAAAAAAABA/F8GK3ua2lCU/s1600-h/Otelo+programa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195156116370842098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjm9nT7YfI/AAAAAAAAABA/F8GK3ua2lCU/s320/Otelo+programa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjUDnT7YcI/AAAAAAAAAAg/8gX1wVuuq-I/s1600-h/Diogo+Vilella+site+Ego.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;assistido em 13 de Abril&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Muita gente classifica sucesso como uma sucessão de bons trabalhos. E no teatro nada emprega mais sentido para a palavra do que esta classificação. Isso porque depois de um grande sucesso o que cabe ao ator é começar do zero e partindo da premissa de que cada trabalho é diferente do outro. Otelo foi um espetáculo de sucessões. Primeiro por ter sucedido um grande acerto de Diogo Vilela; “Cauby, Cauby!”. E talvez pouco consciente dessa definição do sucesso, Diogo e as pessoas a sua volta protagonizaram desta vez uma sucessão de erros.&lt;br /&gt;A começar pelo excesso de figurantes em cena, que apesar da bela figura que ostentavam não tinham muita sincronicidade em suas ações e possuíam um tônus corporal inadequado para a presença na cena – característica, aliás, notada na grande maioria dos atores principais que se movimentavam despropositadamente em suas marcações. O recorte do palco em um quadrado perfeito ajudou ainda mais a espremer as pessoas que ficavam em cena escondendo umas as outras e prejudicando a visão dos atores que estavam falando.&lt;br /&gt;O tablado que elevava o palco aliado a um sobe-som constante de trilhas épicas dava a impressão de que a peça era não sobre Otelo, mas sobre um filme que falava de Otelo. Quando os atores se colocavam fora deste tablado, um irritante barulho de plástico vindo do contato dos calçados no chão incomodava a platéia e prejudicava o entendimento daquilo que estava sendo dito. A luz também não ajudou a contar a história. Poderia ter sido mais bem aproveitada ajudando a destacar as figuras relevantes na cena. E sobre a juvenil Desdêmona, Marcella Rica, nem seria preciso comentar – muitíssimo nova para fazer Desdêmona, ainda mais nova para fazer Otelo. Vilela também não saiu de sua zona de conforto e apesar de tentar trazer um humor agradabilíssimo para seu Iago estava tão deslocado em relação ao que era feito pelo resto do elenco que parecia ter caído de pára-quedas vindo de outra montagem. No papel de Otelo, Luciano Quirino começa bem, mas vai caindo ao longo do espetáculo.&lt;br /&gt;A cena final foi lamentável: mortes mal representadas e totalmente irreais pareciam saídas de uma brincadeira de crianças. Fato é que o espetáculo como um todo carecia de limpeza e acabamento. Talvez até em virtude das críticas advindas desse resultado desastroso, o que se via em cena eram atores tímidos e envergonhados, que tropeçavam em seus próprios pés, erravam o texto e chocavam-se uns contra os outros. A direção de Marcus Alvisi e do próprio Diogo Vilela não disse a que veio. Pior: deixou subentendido que às vezes, nem mesmo dois conseguem fazer o trabalho de um.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Foto: Cartaz/Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Serviço:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Otelo&lt;/strong&gt; de William Shakespeare. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com Diogo Vilela, Luciano Quirino, Marcella Rica e outros. Dir. Mauro Alvisi e Diogo Viela. (150min.) &lt;strong&gt;Teatro Sesc Ginástico&lt;/strong&gt;. Qui a Dom, 19hs. &lt;strong&gt;R$25,00&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;R$12,50&lt;/strong&gt; (meia) 16 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Guia Off&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-6936208455149444775?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/6936208455149444775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=6936208455149444775' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/6936208455149444775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/6936208455149444775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/04/otelo.html' title='Otelo'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjm9nT7YfI/AAAAAAAAABA/F8GK3ua2lCU/s72-c/Otelo+programa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-1514822806109641004</id><published>2008-04-30T13:02:00.000-07:00</published><updated>2008-12-10T06:15:30.373-08:00</updated><title type='text'>As Centenárias</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                              &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjR2HT7YbI/AAAAAAAAAAY/g5Pl3NzgBHc/s1600-h/centenarias+por+guga+melgar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195132897777639858" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjR2HT7YbI/AAAAAAAAAAY/g5Pl3NzgBHc/s320/centenarias+por+guga+melgar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                    &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;assistido em&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:arial;"&gt;03 de dezembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em ano comemorativo ao octogenário de Ariano Suassuna é natural que se fique meio desestimulado a ver mais uma peça com a temática nordestina. Espetáculos no estilo vêm se proliferando no teatro ajudados pela boa publicidade de seus enredos. E é inevitável dizer que as carpideiras centenárias de Newton Moreno não fogem à regra. No teatro Poeira, onde a peça está em cartaz, uma enchente de senhorinhas da terceira idade se reúne talvez para ver Marieta Severo e Andréia Beltão talvez para ver Dona Nenê e Marilda. Àquelas que se enquadraram na segunda opção talvez tenham saído de lá um tanto quanto decepcionadas. A direção de Aderbal Freire-Filho ajudada pelos recursos da semi-arena deixa clara a intenção de resgatar o espaço da teatralidade, tão esquecido nas peças protagonizadas por celebridades que inundam a cena carioca.&lt;br /&gt;Teatro como teatro deve ser – é essa a mensagem que fica ao final do espetáculo, que não poupou artifícios tão simples quanto eficientes para se contar uma história tão rica em detalhes. A montagem abusou da utilização de bonecos, que ora serviam para acrescentar personagens à trama ora serviam para dar mais liberdade para as atrizes fazerem outros papéis. Interessante ver como o entendimento da cena não se perdeu ao ver Andréia Beltrão interpretar Zaninha (sua personagem principal) e Socorro (personagem de Marieta Severo) ao mesmo tempo utilizando-se de uma boneca fantoche. Sávio Moll tem uma participação que pode bem ser chamada de especial como de fundamental na contação da história. Ele se reveza na manipulação de bonecos, na contra-regragem e no papel da morte – além de tocar rabeca por alguns instantes.&lt;br /&gt;A cenografia assinada Fernando Mello da Costa e Rostand Albuquerque é um espetáculo à parte. Rodeada por cadeiras das mais diversas, o velório é emoldurado por uma cascata de bonecos coloridos que dá brilho e vida ao fundo da semi-arena. Ela não só traz o entendimento do universo dessas mulheres como serve de “armário” de onde Sávio vai tirando diversas personagens que participam da história. A luz, pontual e econômica, trouxe entendimento sem incomodar. Talvez possa ser mais bem observada por quem optar pela última fileira, onde a penumbra dos balcões superiores ajuda a fazer esse recorte visual. Já os noventa minutos de duração foram talvez mal aproveitados pelo texto, que começa a denunciar da metade para o final o desfecho da história. Nada que prejudique a boa imagem do espetáculo. Andréia e Marieta são brilhantes. E fazem rir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foto: Guga Melgar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Serviço:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;As Centenárias&lt;/strong&gt; de Newton Moreno. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Duas amigas carpideiras, nordestinas, passam a vida percorrendo velórios, chorando mortos, ouvindo e contando "causos".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Com Marieta Severo, Andréa Beltrão e Sávio Moll. Dir. Aderbal Freire-Filho. (90min.) &lt;strong&gt;Teatro Poeira&lt;/strong&gt;. Sex e sáb., 21hs; Dom, 20hs. &lt;strong&gt;R$60,00&lt;/strong&gt; (sex e dom) e &lt;strong&gt;R$70,00&lt;/strong&gt; (sab) 10 anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;fonte: Guia Off&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-1514822806109641004?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/1514822806109641004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=1514822806109641004' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1514822806109641004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/1514822806109641004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/04/as-centenrias.html' title='As Centenárias'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_PsSMfwC9CyU/SBjR2HT7YbI/AAAAAAAAAAY/g5Pl3NzgBHc/s72-c/centenarias+por+guga+melgar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4165568969224876360.post-2530484755357704402</id><published>2008-04-30T12:57:00.000-07:00</published><updated>2008-04-30T16:25:12.057-07:00</updated><title type='text'>O teatro na fogueira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Embora alguns detestem e até mesmo repudiem o trabalho de Bárbara Heliodora, há ainda aqueles que a seguem. Eu sou uma delas. Espero calmamente o dia em que esta senhora nos deixe saudosos para lindamente ocupar seu lugar. E por quê?! Porque toda arte sem crítica é burra, torna-se pobre a cada dia e faz de seus profissionais pessoas mais desestimuladas e, por que não dizer, &lt;em&gt;sem-noção&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4165568969224876360-2530484755357704402?l=teatronaarena.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teatronaarena.blogspot.com/feeds/2530484755357704402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4165568969224876360&amp;postID=2530484755357704402' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/2530484755357704402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4165568969224876360/posts/default/2530484755357704402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teatronaarena.blogspot.com/2008/04/o-teatro-no-meio-da-fogueira.html' title='O teatro na fogueira'/><author><name>Luciana Garcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13073165916428636729</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-Tr9sjvsXnrE/TpSZjB-1zvI/AAAAAAAAARo/0u3dc38zVDI/s220/luciana%2Bgarcia%2B335%2Bcopy.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
